Estou completamente apaixonado por esta música. Rock com swing. Dá para colocar em uma festa e ainda assim ver as pessoas dançando. 🥰
Ritchie Blackmore nas guitarras (ex Deep Purple) e Joe Lynn Turner nos vocais (ex Malmsteen e Deep Purple, mas em uma fase posterior à saída do Blackmore): não tem como isso dar errado!
P.S.: Dio, deus incontestável do universo metal, gravou nada mais, nada menos que 4 álbuns com o Rainbow. E sim, ele foi também vocalista do Black Sabbath, e quando ele faleceu (2010), fui para a porta do hospital para chorar a morte dele. Parecia que alguém da minha família tinha morrido (e de fato tinha). Falar do Dio me emociona até hoje. Vai me emocionar para sempre.
Obra prima! Mais uma vez, uma banda de rock mostrando uma sensibilidade absurda.
Hand on heart, head in hands The light is fading now, it cannot pierce the darkness Nothing left to build upon Except the mounting fear that none of this was worth it
Hand on pen, pen to page Focus though I may, my words have failed Emptiness consuming me The shadows of my broken hope play in the dying night
Tears in eyes, eyes wide open Staring at the glass The face I see knows everything -Words I’ve written -Letters never sent
O momento exato em que a música clássica e o Heavy Metal se tornam uma coisa só. A emoção que eu sinto ouvindo uma música assim é impossível de descrever. Não dá.
A voz da Simone Simons é um absurdo! Parece que isso é uma das características das cantoras líricas holandesas. Rs.
Sempre gostei dessa música e achei interessante publica-la por um motivo inusitado: Richie Sambora.
Todo mundo fala muito do Jon Bon Jovi, mas a banda Bon Jovi não seria nada sem os vocais e as guitarras do Richie.
Para ficar mais claro:
Com toda sinceridade, esta música entre outras tantas, são pelo menos 50% mérito do Richie Sambora (que saiu da banda em 2013). A voz dele é realmente impressionante!
Uma das minhas bandas preferidas na adolescência. As músicas dos anos 1980 eram simplesmente sensacionais. E sim, quem estiver perto da minha idade (50), com certeza vai reconhecer. 🙂
Todos conhecem esta música do Simon & Garfunkel. Poucos conhecem esta versão. É furiosa, indignada. Tipo um tapa na cara ou um soco no estômago. Imperdível. David Draiman literalmente perturbado.
Sim, a música é lindíssima. Nunca subestime o pessoal que toca música pesada quando o assunto são baladas e músicas românticas.
É uma música triste. Uma música que fala de amor, de desencontro, de indiferença, e fim. Muitas histórias que, por um motivo ou por outro, acabam assim.
A letra está no próprio vídeo, mas vou coloca-la no final de qualquer maneira.
Apreciem sem moderação.
Deep Beneath The Surface
(Dream Theater)
Is there ever really a right time?
You had led me to believe
Someday you’d be there for me.
When the stars above aligned,
When you weren’t so consumed…
I kept looking for the clues.
So I waited in the shadows of my heart
And still the time was never right.
Until one day I stopped caring
And began to forget why I longed to be so close.
And I disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.
A shell of what things could have been.
Tired bones beneath a veil
Of guarded secrets all too frail
Sad to think I never knew
You were searching for the words,
For the moment to emerge.
Yet, the moment never came.
You couldn’t risk my fragile frame.
Until one day you stopped caring
And began to forget why you tried to be so close.
And you disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.
I would scream just to be heard,
As if yelling at the stars.
I was bleeding just to feel.
You would never say a word.
Kept me reaching in the dark.
Always something to conceal.
Until one day I stopped caring
And began to forget why I longed to be so close.
And I disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.