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Grandes mestres da poesia

Não foi por acaso que acabei de publicar algumas obras de grandes poetas e poetisas. Cada um deles com suas formas únicas de nos dizer o que vemos e vivemos, e que muitas vezes não conseguimos traduzir em palavras, quanto mais em versos.

Confesso que cheguei a me sentir ridículo na medida em que lia e relia as palavras dos mestres. E ao mesmo tempo, me sentia um aprendiz. E será que um aprendiz deve sentir vergonha de não ser capaz de criar algo tão magnífico quanto seus mestres? Não. Creio que não.

Eu, enquanto escrevo, nunca me preocupo com o que vão achar de minhas palavras. Elas são minhas, e nelas encontro algum sentido para o que vejo e sinto. Minhas poesias refletem o melhor e também o pior de mim.

Enfim… Minhas poesias são sinceras, assim como sou sincero em tudo que digo e faço. O resto eu deixo por conta de quem me lê. Sinto-me um privilegiado quando sou lido.

E portanto, muito obrigados aos grandes mestres! Simplesmente obrigado. Vocês me fazem e me fizeram ver que eu também sou capaz (ainda que seja só de tentar).

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Quatro Mestres!

Quatro mestres. Três deles já falecidos. Ainda assim juntos, eternizados por uma canção. Entre nós, o maestro Rildo Hora (gaita). No céu, em um lugar bem especial, o monstro sagrado Cartola, o épico e inalcançável Raphael Rabello, e o controverso Cazuza. É música para ouvir em silêncio absoluto.

Com vocês, “O mundo é um moinho”, uma composição do inesquecível Cartola.