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Amar quantas vezes forem necessárias

Fala que não vai amar de novo. Jura que não vai se entregar mais uma vez. Diz que não quer nada sério. Faz promessa e tudo mais. E chega a vida, que não tem nada a ver com isso, e fala assim:

– Parou com a crise existencial? Tá aqui, ó…

E vira adolescente. Solta fogos por dentro. Volta a sonhar. Compra flores e bombons. Faz cartão. Escreve poesia. Faz juras de amor. Se entrega mais uma vez…

É possível viver sem amar? Talvez, mas as melhores histórias são as histórias de amor. Não viver essas histórias, quantas forem necessárias, é um grande desperdício. É deixar um monte de páginas em branco no livro da vida.

Viva!

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