Um novo estudo descobriu que uma análise de palavras algorítmica é perfeita em determinar se uma pessoa terá um episódio psicótico.
Embora a linguagem do pensamento seja deliberante, “Deixe-me pensar, eu tenho que produzir algum pensamento”, a experiência real de ter pensamentos muitas vezes é passiva. Ideias aparecem como dentes de leão; pensamentos ocorrem subitamente e escapam sem aviso prévio. Pessoas nadam dentro e fora das piscinas do pensamento de uma forma que pode sentir, paradoxalmente, sem sentido.
Schizophrenia, conceptual image
Na maioria das vezes, as pessoas não acompanham ativamente a forma como os fluxos de pensamento vão de um para o outro. Mas em psiquiatria, muita atenção é dada a esses meandros do pensamento. Por exemplo, pensamentos desorganizados, evidenciados pelos padrões desconexos na fala, são considerados uma marca característica da esquizofrenia.
Vários estudos de jovens em risco descobriram que os médicos são capazes de adivinhar com…
O Karl é um amigo-irmão. Tão próximo que, nos bons tempos, a gente brigava, simplesmente, por não concordar quem é o melhor entre o Batman ou o Superman (claro que é o Batman). A Sarah é a filhinha dele, e está precisando de nossa ajuda. No átrio direto, ela tem um tumor que está crescendo e, por isso, precisará passar por uma cirurgia. Eles fizeram uma página de Facebook, onde contam a história dela, e pedem ajuda. O link está no início e no final do post. Quem puder, por favor, ajude e divulgue. Vamos conseguir o que a pequena Sarah precisa. Obrigado.
E então, você olha na timeline do seu amigo… Sim, aquele mesmo que pega o ônibus sem ar-condicionado com você todo o dia para ir e voltar do trabalho, e se depara com a seguinte frase:
“Se fui pobre, nem me lembro!”
A frase é a legenda de uma foto. A foto é bonita! Neve, todo mundo sorrindo, uma alegria contagiante! E aí você lembra do ônibus… E lembra que naquele mesmo dia o seu amigo tinha dito que ia começar a levar comida de casa, porque o vale-refeição não estava dando nem para comprar uma coxinha com refresco genérico.
Neve ou marmitex? Marmitex ou neve? Quem é seu amigo, afinal?
Depende… No mundo real, ele é o do marmitex. Provavelmente, jamais conseguiria viajar ou ver neve se assim não fosse. No mundo virtual, entretanto, ele praticamente mora na neve. E isso, sinceramente, mostra o quanto estamos na merda em termos de valores.
Desde quando ter ou não ter dinheiro faz de alguém melhor ou pior? As Redes Sociais são meios para nos comunicarmos com nossos amigos e nos reconectarmos com amigos do passado, ou maneira de criarmos avatares, que representam aquilo que gostaríamos de ser?
O problema das Redes Sociais é que elas se transformaram em um espaço para delírios coletivos, onde pessoas se vendem pelo que não valem e pessoas compram aquilo como verdade. “Nossa, como Fulano é mais feliz que eu! Veja que lindo o banheiro da casa dele!” Sorte que foto não tem cheiro…
A vida de todos é cheia de altos e baixos. Não use as Redes Sociais como termômetro da sua felicidade. Por detrás de rostinhos que sorriem aos pés da Torre Eiffel, pode haver histórias e desafios muito maiores do que é possível imaginar. E acredite: se você soubesse de todos esses desafios, daria graças a Deus pela sua vida “mais ou menos” e seria MUITO feliz!
Seja feliz com sua vida! Só isso! Não use como desculpa para não ser feliz a vida dos outros. E lembre-se sempre: um churrasquinho na laje pode ser tão ou mais divertido que uma festa de gala. Depende apenas do ângulo você vê a situação.
Quando tudo parecer que vai dar errado ou já estiver dando errado, e quando parecer que o universo está conspirando contra você, abra os braços e grite do lugar mais alto que encontrar:
“FODEU!!!”
Poucos entendem o poder libertador que tem esse grito. Primeiro, porque ele libera toda a carga negativa que está dentro de você, e segundo porque reconhecer que você está com problemas é o primeiro passo para se livrar deles.
Nunca chegamos até o fim do poço da noite para o dia. É óbvio que não estou falando de tragédias primárias (acidentes, homicídios, algumas doenças, etc.), mas, em geral, nós somos cúmplices dos nossos problemas, e de uma forma ou de outra diretamente responsáveis por eles.
Sabe aquela pessoa que não te respeita? Algum dia, ela te faltou com o respeito pela primeira vez. Talvez por amor ou por pura baixa auto-estima, você tenha simplesmente ignorado isso. Achou que ia melhorar com o tempo? Se deu mal, né?
E do seu emprego, você reclama muito? Uma bosta, né? Chefe chato, ambiente pesado, salário baixo… É um martírio sair da cama para trabalhar! Quer arrumar outra coisa logo só para reiniciar o ciclo de lamentações, não é mesmo?
A vida é assim. Em geral, pouco fazemos por nós mesmos. Ao invés de darmos um basta em relações nocivas, procuramos desculpas para prosseguir e assumimos até mesmo culpas que não temos! Reclamamos do nosso emprego, mas não tentamos nos qualificar, mudar nossa maneira de ver e se relacionar com a empresa, e muito menos consideramos como poderia ser pior estar de fato desempregado.
Da mesma forma que não se faz um perdedor da noite para o dia, um vencedor também não se faz de repente. A grande diferença é que o vencedor é persistente, tenaz, e não se conforma com os limites a ele impostos, quer seja pela vida ou pela sociedade. Ele corre atrás. Ele faz acontecer. Em geral, os grandes vencedores perderam muito e abriram mão de muita coisa para chegar onde chegaram. Com certeza não foi obra do acaso.
E por que eu disse tudo isso? Para você pensar antes de gritar o tal “FODEU!!!”. Ainda pode e piorar, e mesmo assim sair dessas situações só depende de você.
Apresento-vos o pianista Nobuyuki Tsujii. Muitos se referem a ele como o pianista cego japonês. E desde quando isso é importante? Ele é um fenômeno, e a intepretação dele dessa obra é a melhor que já vi.
Com vocês, Nobuyuki Tsujii. Ao invés de gritar “FODEU!!!”, ele tomou as rédeas de sua vida e dentro de suas limitações, muito maiores do que as da grande maioria que reclama, conseguiu ser transformar em um virtuoso. Lembre-se SEMPRE disso!
P.S.: Na verdade, a obra original é de Paganini. Liszt fez um estudo em cima dessa obra, e ele mesmo jamais consegui toca-la no andamento correto. Enfim… É material para poucos.
Já sabem agora o que é sororidade? Então, vejam as imagens a seguir.
Entenderam na prática o que é? A IMBECIL que escreveu isso não se deu conta da gravidade do que estava falando. Aliás, achou o ato plenamente justificável.
E aí? Isso é feminismo contemporâneo ou loucura mesmo? O post está aberto para os comentários.
Esse assunto ainda é bem tabu no Brasil. Um monte de gente tem, mas poucas pessoas falam disso. O motivo? Preconceito. Até que tem esses ataques não sabe direito o que eles são, de maneira que admiti-los é quase o mesmo que dizer “fiquei louco”.
É interessante essa visão de loucura. Afinal de contas, o ataque de pânico em si acaba trazendo inúmeros benefícios. O sujeito acaba procurando um psiquiatra, e normalmente um psicólogo/terapeuta, muda hábitos de vida, e no final está melhor do que antes. Sob essa ótica, pode ser considerado uma espécie de chamado, digamos assim.
Isso não ameniza a dor das vítimas desses ataques. O que ameniza é saber que eles vão passar. Será possível curtir um ataque de pânico? Com certeza não, mas com a mesma certeza é possível dizer que entender os mecanismos que geram um ataque de pânico, bem como seus sintomas, pode facilitar a vida de quem os tem. E a certeza de que da mesma forma que chegam, vão embora, também.
Portanto, se você está passando por algo similar, não finja que não está acontecendo nada. Procure um psiquiatra e tente, com a ajuda de um psicólogo/terapeuta, encontrar as causas disso tudo. Se preferir, não conte para aquela vizinha fofoqueira. Ninguém precisa saber disso. É um problema seu que pode e deve ser controlado. Não deixe isso chegar ao ponto de atrapalhar a sua vida social e seu trabalho!
E outra coisa… Se te receitarem um remédio, tome a porra do remédio! Não é vergonha nem demérito para ninguém. É uma necessidade do seu corpo, e quem está receitando essas medicações para você (o psiquiatra, no caso) o está fazendo com o objetivo de obter melhoria contínua na sua qualidade de vida. E novamente, não precisa dizer para a sua vizinha fofoqueira que você está tomando remédio. Guarde essa informação para você e siga rigorosamente as recomendações de seu médico.
Aproveitando a oportunidade, só para deixar claro: loucos não procuram médicos. Na sua loucura, acham que não sofrem de enfermidade alguma. Portanto, deixe de frescuras e procure ajuda!
E para terminar, uma música que ilustra com perfeição as situações de “luta ou fuga” enfrentadas por quem tem ataques de pânico. Não por acaso, o nome da música é “Panic Attack”, do Dream Theater. A letra da música está no próprio vídeo.
Para quem não sabe, sou fã incondicional do Iron Maiden. Quando meus pais me levaram a em uma loja de discos pela primeira vez, eu tinha acabado de ganhar um walkman da Aiwa. Optei por comprar 2 fitas: Piece of Mind e Powserslave, que não por acaso são álbuns do Iron Maiden.
Meus pais ficaram assustados. Aquela coisa meio demoníaca na capa sendo eu aluno de um colégio de freiras… Mas de demoníaco não tinha nada. De fato, os álbuns apenas falavam do que está escrito na Bíblia (a música Relevelations, por exemplo), e o que não falta na Bíblia são menções ao “coisa ruim”. Além disso, falam de História, Mitologia, Filosofia, e de um monte de coisas que faz quem ouve as músicas expandir os seus horizontes. Iron Maiden é cultura. Simples assim.
De lá para cá, o Iron Maiden lançou muitos álbuns, Bruce Dickinson saiu e voltou da banda, mas o meu amor permaneceu incondicional. Sou fã de carteirinha, e entre shows da banda e do Bruce Dickinson em carreira solo, já devo ter assistido a pelo menos uns 15!
No final do ano passado, Bruce Dickinson descobriu que estava com câncer: um tumor na língua e outro na garganta. Recebeu alta faz pouco tempo, e em breve será lançado o mais novo álbum do Iron Maiden: The Book of Souls. Bruce só vai poder cantar novamente em 2016, mas esse disco vai ajudar a “matar a saudade”. O piloto de avião, esgrimista, e sei lá mais o que, não para nunca! 🙂
O motivo do post de hoje, entretanto, não é das músicas em si, mas da visão empresarial da banda. Eles são empreendedores natos, e conhecem seu público como ninguém. Segue um pequeno texto de uma recente entrevista do Bruce:
— Você não consome, por exemplo, a sua mulher ou o seu time de futebol, eles são partes suas, você tem uma relação com eles. Aí está a diferença. O que você tem que fazer com seus álbuns, você faz por intermédio da imprensa, dos shows… Você mantém a relação com os fãs, e eles continuam fãs. As gravadoras se tornam parte disso se elas quiserem — opina. — Acho que as gravadoras estão num lugar estranho hoje, elas não abraçaram a ideia de que são responsáveis por cuidar dessa relação com o público. Elas se preocupam muito com a imprensa, mas não com os fãs. Assim, quando o download apareceu, eles agiram como se o público fosse o inimigo. Os garotos baixavam as músicas porque gostavam muito delas, não achavam que estavam roubando algo do artista. O trabalho das gravadoras era ter a visão de que os garotos poderiam obter delas próprias a música. Só que não fizeram, e por isso elas não existem mais. Nós, os artistas, ainda existimos, e temos a relação com o público. A relação entre o Maiden e os fãs é o que importa.
Tem como não gostar de uma banda dessas? 🙂
P.S.: Se você acha que um iPod revolucionou o mercado (de fato revolucionou), você não tem idéia do que representou o lançamento de um walkman!
Bom, eu não sei a resposta exata, mas tenho algumas idéias sobre o assunto.
Quando eu era pequeno, achava que era o cara que trabalhava feito um doido e que brigava comigo quando eu fazia besteiras. Eram brigas leves, diga-se de passagem. Meu pai nunca me bateu, mas essa não é a melhor recordação que tenho dele.
Meu pai era um homem que gostava de trabalhar. Eu via isso nele claramente. Era capaz de ir para o trabalho com crises renais (vi isso acontecer – não me contaram) e tinha muito orgulho do que fazia (era Administrador de Empresas e Técnico em Contabilidade). Trabalhou em empresas grandes e pequenas, dando tudo de si em todas elas. Após se aposentar, parte do brilho que sempre vi nem seus olhos se foi, mas ainda assim ele seguiu empreendendo, o que sabemos que é uma espécie de loteria no Brasil. Aposentado e desgostoso da vida por motivos diversos, acabou partindo prematuramente. Isso faz 10 anos. Parece que foi hoje pela manhã.
Hoje, eu sou pai. Nada melhor para ser pai do que entender o que é ser pai. Parece meio óbvio isso, mas o nascimento de minha filha gerou mais dúvidas do que certezas. “O que devo falar? Como devo me comportar?”, apenas para citar algumas das questões que vagavam pela minha cabeça. E no meio destas dúvidas todas, surgia a figura do meu pai. Nem de longe perfeito, mas servia perfeitamente como parâmetro. “O que meu pai faria nesse caso? Por que faria? Como faria”, indagava (e ainda indago). E, normalmente, partindo desses questionamentos, acabo por encontrar, ainda que de maneira indireta, respostas para (quase) todas as minhas perguntas.
Ser pai é ser referência, é ser exemplo. É o que meu pai foi e é para mim. É viver depois de ter partido no legado que deixou para seus filhos. É ser sem continuar existindo, pelo menos não no mesmo plano que eu. É ser contado em prosa e verso para a neta que nunca abraçou, que nunca conheceu. É ser amado incondicionalmente, de maneira inesquecível e incomensurável, por mais imperfeito que tenha sido, pelo simples fato de ser o porto seguro de uma criança que tateava o mundo em busca de respostas. Ser pai é prosseguir no dia-a-dia do filho, mesmo depois de 10 anos, sem jamais ter sido esquecido.
Meu pai era também meu pai biológico. Poderia não ser. Pai é essa coisa sobrenatural, que enche de orgulho e quase mata de saudade quando se vai, que pode ser o avô, o tio… Pai é aquele que se faz pai, e se torna imortal por isso.
Que hoje, no Dias dos Pais, esse seja o nosso pensamento. Se o seu velho ainda estiver vivo, dê um abraço forte nele. Nem é preciso dizer nada. Ele vai te entender, pois ele é nada mais nada menos que seu pai. E se ele já tiver partido, eleve seus pensamentos para o céu e pense: “Pai, foi do caralho o tempo que passamos juntos! Amém!”
Feliz Dia dos Pais!
P.S.: Sempre que acontece alguma coisa importante em minha vida, chego em casa e penso logo em ligar para o meu pai. Sorte que antes de partir ele deixou um 0800 gravado dentro do meu coração.
Alguém sabe onde fica o Zimbábue? Alguém sabe como vive o povo do Zimbábue? Alguém sabe que o Zimbábue vive sob um regime ditatorial? Alguém sabe que o BNDES emprestou quase US$ 100 mi para Mugabe, ditador do Zimbábue, sendo a fortuna pessoal dele estimada em US$ 2 bi? Tenho certeza de que a grande maioria não. Aliás, acredito que alguns tenham ouvido falar pela primeira vez do Zimbábue por conta do leão. Pois bem.
Não há nada de errado em lamentar a morte de um animal majestoso como um leão. A caça esportiva, na minha opinião, é algo abominável. Entretanto, o que é mais abominável: a caça esportiva ou a morte de milhares de pessoas por conta de um regime ditatorial? Hoje, fiz esse questionamento no post de um amigo, e a resposta que obtive de uma pessoa que também postava no tópico foi um sonoro “vá se foder”.
Durante minhas andanças pelo IRC, Orkut e Facebook, aprendi que na falta de argumentos quando algum outro está sendo apresentado, o “foda-se” é a principal arma. Na cabeça dos menos preparados, é o fim da conversa. É quase algo como “Foda-se! Eu venci!” Entretanto, esse fim de conversa fala mais da pessoa do que do assunto propriamente dito. Se as pessoas costumeiramente dão aquilo que tem por dentro, entendo isso como “Na falta de educação, argumentos, de inteligência, de caráter, de sabedoria, etc., fique com o meu foda-se!” Genial, não? 🙂
Eu, assim como a população do Zimbábue, continuo sem entender a proporção que a morte de um leão tomou, sendo que vários outros animais são mortos diariamente na África sem que ninguém diga nada. Dos animais humanos (sim, também somos animais), então, eu nem falo. Morrem e há quem diga que não há nada que possa ser feito (???). Agora, pichar a casa do caçador? Faze-lo fechar o seu consultório e eventualmente faze-lo mudar de casa? Ameaça-lo de morte? Se ele cometeu um crime, que responda por ele! É assim que se faz em países civilizados, ainda que os julgamentos sejam de pessoas que não consideramos civilizadas. É assim que se resolvem as diferenças. Qualquer outra maneira não é aceitável.
O mundo não é ou pelo menos não deveria ser binário. Dar um senso de proporção nas coisas requer pensar, algo que parece entediar os brasileiros de hoje em dia. É possível gostar de leões e de humanos, dadas as devidas proporções.
Meu repúdio aos que insistem em lutar por um mundo mais burro!
Estou passando por um momento de profunda revolução interna, e não me parece ser dor de barriga. Eu gosto de carne. Como carne de boi, de porco, de frango e de peixe/frutos do mar com frequência. Já comi carne de jacaré, de javali, de cobra, de avestruz, de coelho, de cordorna, de pato, e provavelmente de algum outra animal do qual me esqueci. Eu sou um sujeito mau por isso? E aí, pensei nos cachorros e nos gatos, por exemplo. Gosto muito deles. Jamais seria capaz de comer carne de cachorro ou de gato. E aí, pensei: “Que FDP! Desde que não mate um bicho que você ache bonitinho, tudo bem, né?” Virei vegetariano. Entretanto, Niterói está infestada por mosquitos e enquanto eu pensava sobre este assunto, fui vítima deste selvagem animal. Peguei minha espada jedi (a famosa raquete de matar mosquitos), e fulminei o bicho. Após vários estalos, sequer sobrou o corpo do animal selvagem. E então, pensei: “Que FDP! Desde que o bicho me faça mal, não há problemas em mata-lo, né?”
Alguns bichos eu acho legal matar. Outros, nem pensar. Deixei de ser vegetariano e descobri que sou só hipócrita mesmo. Sou feliz assim.