Eu ouço com frequência que o amor acabou e que as pessoas não se amam mais como antigamente. E invariavelmente me deparo com todos os tipos de declaração de amor. Quer seja na música, na escrita, na pintura, na escultura… O amor existe e está sempre presente. Sempre.
E numa dessas eu descobri que escrevo exatamente por esse motivo: porque o amor existe. E existe mesmo! E dadas as minhas limitações (não sou nada e nem ninguém diante dos grandes que falam de amor), fiz desse blog uma casa para falar de amor. Amor mesmo, de verdade. Com todas as suas complexidades e desafios. Amor real, que é céu e inferno de vez em quando, mas que ainda assim nunca deixa de ser amor.
Acho que essa música resume bem o que é amor, e é algo tão simples que chegar a ser assustador: amar é querer estar junto. Não é forçar a estar junto. É torcer para que o seu querer seja o que o outro também quer. E só isso.
Que o amor guie a sua vida!
P.S.: Vejam a entrada absolutamente triunfal da Beth Hart no vídeo! Que momento! Que momento!
Tell Her You Belong To Me (Beth Hart)
Tell her you’re mine That you have been blind Tell her it’s over And you belong to me Tell me to come And like hell I will run Back into your arms ‘Cause you belong to me
There’s a river on my skin There’s a dragon in the dark Nothing scares me more Than the silence of your heart
If you wanna hold me If you wanna know me again If you wanna love me Than take me home I’ve been at the bottom The deep end of the ocean Barely surviving by the dark side of her street Tell her you belong to me
She’ll never kiss you The way that I miss you What kind of lies does she tell you Inside of the dark
She’ll never win ‘Cause I’m not giving in You are my man You belong to me
If you wanna hold me If you wanna know me again If you wanna love me Just take me home I’ve been at the bottom The deep end of the ocean Barely surviving by the dark side of her street Tell her you belong to me
She’ll never win I’m not giving in No matter how long I still be hanging on Yeah, this kind of love I’m not giving up So tell her, tell her Tell her you were fooling
Yeah If you wanna hold me If you wanna know me again If you wanna love me Just take me home I’ve been at the bottom The deep end of the, the ocean Barely surviving by the dark side of her street Tell her you belong to me Tell her you belong to me You belong to me To me
Eu não sei nem o que dizer… Fico só babando e pensando no quanto as pessoas perdem se limitando a ouvir o que é mainstream (toca nas mídias de massa).
Por detrás dessa música, há ANOS de estudo. Não vou nem falar do Implellitteri (GÊNIO!!!), mas até mesmo de quem executa a obra. É para aplaudir de pé!
Pergunta: na sua concepção, é música clássica ou não é? Não deixe a distorção da guitarra enganar os seus ouvidos…
P.S.: Chicken Pickin é uma técnica utilizada por alguns guitarristas que mescla o uso da palhetada com dedilhado. É uma técnica híbrida e bem complexa.
A música é do UFO, que pode ser considerado um dos pais do Iron Maiden. Foi regravada pelo Iron Maiden enquanto o Blaze Bailey foi vocalista.
Confesso que tenho dificuldades para entender como essas músicas não tocam nas rádios brasileiras. É só lixo 24 horas por dia. Insuportável! O Brasil demonizou o rock e glamorizou o funk… Eis a nossa “cultura”.
Um detalhe interessante: quando essa música (versão original) toca nos PAs de um show do Iron Maiden, significa que faltam exatos 4 minutos para o show começar. Sim, é assim em todo show. 🙂
Aquele momento em que a saudade está batendo forte em meu peito, e um amigo manda uma música incrível que diz tudo que você gostaria de dizer…
Te amo, meu irmão! Para sempre! Tenho certeza de que você olha por mim aí de cima.
There is no reason to watch you go It’s just a dream you’re dreaming on Where is that sparkle into your eyes I just want you to hear
My silent cry when I’m alone A distant storm you hear so far I need to feel you from above I don’t know where I do belong
You’ll stay here forever And watch over me and my life You’re gonna stay here on my side Cradling me from above I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
The sand of time won’t let you fade Your memories of joys and laughs If you believe that every prayer Can turn a stone into life
You’ll stay here forever And watch over me and my life You’re gonna stay here on my side Cradling me from above I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
I need you close more than you know More than I can say Please don’t forget the love we shared
You’ll stay here forever I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
There is no reason to watch you go It’s just a dream you’re dreaming on
Perguntei para diversas pessoas se conheciam a letra da música Baile de Favela, de autoria do MC João, utilizada pela atleta Rebeca Andrade nas Olimpíadas de Tóquio. A grande maioria não conhecia a letra no detalhe. Ei-la.
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Baile de Favela
Que ela veio quente e hoje eu ‘to fervendo Que ela veio quente, hoje eu ‘to fervendo Quer desafiar, num ‘to entendendo Mexeu com o R7 vai voltar com a xota ardendo (vai)
Que o Helipa é baile de favela Que a Marconi é baile de favela E a São Rafael é baile de favela E os menor preparado pra foder com a xota dela (vai)
Eliza Maria é baile de favela Invasão é baile de favela E as casinha ‘é baile de favela E os menor preparado pra foder com a checa dela (vai)
Que o Hebron é baile de favela A bailão é baile de favela E na rua 7 baile de favela E os menor preparado pra foder com a checa dela (vai)
Ela veio quente, hoje eu ‘to fervendo Ela veio quente, hoje eu ‘to fervendo Quer desafiar, num ‘to entendendo Mexeu com o R7 vai voltar com a xota ardendo (vai)
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A Toccata e Fuga em Ré Menor, BWV 565, de Johann Sebastian Bach, que também fez parte da apresentação no solo (era a primeira parte da música – a parte que antecedia ao funk), sequer foi citada nas notícias.
Em homenagem ao belo, ao clássico e ao atemporal, ei-la.