No calçadão da praia, o sol me recebeu feito velho amigo.
Me deu um abraço forte, puxou uma cadeira e me pediu para sentar.
Perguntou da minha vida, dos meus sonhos, dos meus planos, e me ouviu sem pressa, sem me julgar.
Eventualmente, me olhou com profunda compaixão e empatia, e me incentivou onde eu parecia hesitar.
E antes de eu ir embora, me deu outro abraço, desta vez mais longo e forte, e disse que adoraria me ver com mais frequência, pois minha ausência era sentida por toda a gente.
Todos nós precisamos de sol. E que eu possa ser ao menos parecido com o sol na vida das pessoas. A tal da vitamina D é capaz de fazer milagres.
