Avatar de Desconhecido

Chuva-me!

Se é para chover

Que chova-se!

Que minha alma seja lavada

E que o frescor da minha face molhada

Abrande minhas salgadas chagas trovoadas

E que nas curvas dessa infinita e eterna estrada

Entre uma ou outra eventual derrapada

Eu fuja dos atalhos que me conduzem ao nada.

Deixe um comentário