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Uepa, IPA!

Chegou a hora

Mas não vou-me embora

Decidi que vou ficar

 

Eu já havia me decidido

Mas fizeste-me um pedido

Resolvi reconsiderar

 

Não o fiz pela tua acobreada beleza

Que de fato não põe mesa

Mas ninguém come no chão

 

Não o fiz pela tua simpatia

És de fato bem fria

Com um amargor de matar

 

Mas tu sabes que te gosto

Nos teus efeitos eu aposto

IPAra sempre vou te amar

 

Cheers!

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Para maiores detalhes: https://www.craftbeer.com/craft-beer-muses/why-are-ipas-so-popular

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Ser, veja só!

De trigo

De cevada

Você deixa minha alma lavada!

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A cerveja nossa de cada dia

Ninguém é obrigado a entender de cerveja para beber cerveja. Isso é um fato. Entretanto, é bom a gente esclarecer algumas coisas.

A maioria esmagadora das cervejas que encontramos no mercado brasileiro contém milho, arroz ou até mesmo soja (milho é o mais comum). Surpreso? Repare se a sua cerveja predileta não tem algo como “cereais não maltados”. Tem? Ferrou. De acordo com a legislação brasileira, ela pode conter até 45% de milho, então.

O que isso significa na prática? Depende. No meu caso, significa que estou sendo enganado. Uma das primeiras (ou talvez a primeira) lei alimentar do mundo, do ano de 1516, surgiu justamente para regular a produção de cerveja na Baviera, que é uma região da Alemanha. A tal Lei de Pureza da Cerveja estabelecia que o malte de cevada deveria ser utilizado para a produção de cerveja. Cevada! Nada de milho! Menos ainda milho transgênico. Pois bem… É isso que tomamos no Brasil: suco de cevada. Contém cevada, mas não é a cerveja como ela foi concebida.

Dizem que fiquei fresco. Tomei Antartica a minha vida inteira e nunca reclamei. Pois bem… A ignorância é uma benção. Depois que descobri que somente poucos rótulos usam apenas cevada, me encantei por eles. É o caso da Heineken, da Therezópolis, da Sul Americana, apenas para citar alguns nomes. E depois disso, sim, fiquei mais fresco. Percebi que tomar cerveja com milho me deixava empanzinado, e resolvi enveradar para o mundo das cervejas puro malte. Pior… Também descobri que as tais pesquisas que afirmam que cerveja faz bem para a saúde são feitas tendo como base cervejas puro malte.

Experimente! Sei que a crise está feia, mas como vem escrito na garrafa da Therezópolis: “Beba menos. Beba melhor.” E não se esqueça que há literalmente milhares de produtores independentes fazendo cervejas em suas casas! É bem provável que um amigo seu esteja fazendo cerveja de primeiríssima qualidade e você nem saiba disso. Se você gosta de cerveja, creio que vale a pena se informar sobre o assunto. Apenas um aviso: é um caminho sem volta!

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Sexta-feira, cerveja e música – Parte I

Vou fazer algo diferente hoje. Abrir uma gelada, meu iTunes, o YouTube, e deixar fluir. Vou colocando a minha “play list” abaixo com algum comentário que eu achar diferente. Quantas músicas serão? Não sei. Quantas cerveja serão? Também não sei. Veremos…

Lynyrd Skynyrd – Gimme Back My Bullets – com Steve Morse na guitarra. Simplesmente bizarro! Apesar do Lynyrd Skynyrd ser uma banda sensacional, a participação do Steve Morse eleva a banda para outro nível. Reza a lenda que o Lynyrd Skynyrd ficou assistindo ao Steve Morse tocar, como se eles fossem meros coadjuvantes. E dadas as devidas proporções, naquele momento eram.

James LaBrie – Pretender – com Marco Sfogli na guitarra. O Marco é… O Marco! Da safra mais nova de guitarristas, sem dúvida alguma, um dos melhores. É ouvir para “ver”.

White Lion – Hungry – com Vito Bratta na guitarra. Por motivos que desconheço, Vito Bratta literalmente parou de tocar guitarra. Acreditem: na época, era reconhecido como igual, ou até mesmo melhor que o próprio Van Halen. É só ouvi-lo tocando para entender o porque.

White Lion – Lonely Nights

Steve Vai – Burning Rain. Esse é o mestre dos mestres dos mestres dos mestres que foram ensinados a serem mestres. Só isso.

Steve Vai – Fire Garden Suite. Quer babar? É o cúmulo tanto do ponto de vista da composição como do ponto de vista do virtuosismo instrumental.

Steve Vai – Little Alligator. Ok… Quer babar de novo? Dessa vez tem até o Steve Vai cantando, algo relativamente raro.

Iron Maiden – The Books Of Souls (estou ouvindo o CD inteiro ainda!). Uma banda da qual serei sempre fã, mas que teve seu auge na década de 1980. O CD e bom, imperdível, mas falta a pegada da trilogia The Number of The Beast, Piece of Mind e Powerslave

A cerveja? Saint Bier. Leve e puro malte. Show de bola! http://www.saintbier.com/home

Creio que ainda vai rolar uma parte II hoje… 😛