Quando você me disse adeus, insisti para que ficasse. Eu te amava de forma tão profunda que imaginar a minha vida sem você doía no meu corpo, na minha alma.
Você não deixou de ser uma pessoa maravilhosa por conta disso. É certo que fiquei com um vazio imenso por conta da sua partida repentina, mas seria justo que você ficasse por conta do meu vazio, possivelmente para se sentir vazia também?
O amor aceita a vontade do outro. O amor aceita que as coisas mudem. E hoje, quando me falam de você de você e sei que está bem, sorrio. Era isso que eu queria para você: felicidade!
Que você esteja e seja muito feliz. Sempre! Aceitar e viver o seu adeus foi apenas mais uma das inúmeras maneiras que encontrei de dizer “eu te amo”.

Fábio:
Tão bonito e tão rara é esta atitude… gostei muito do que escreveste sobre aceitação e com muita delicadeza.
Publiquei na Masticadores Brasil. à qual sou editora também e espero que gostes.
Compartilhe se puderes e venha conhecer nossa revista prezado amigo escritor.
Uma boa semana pra ti.
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A delicadeza se converteu em rios de lágrimas, em noites mal dormidas, em cansaço, em perda de fé na vida… Mas eu vivi isso tudo sozinho. A dor era minha, os sentimentos eram meus. A outra pessoa não tinha obrigação alguma de lidar com isso.
Cresci, ressignifiquei certas coisas, e hoje este texto realmente reflete o que sinto. Foi um processo longo e doloroso, mas eu venci.
Me sinto honrado em ver o meu texto publicado no seu site. De uma maneira ou de outra, eu realmente acho que o fim das relações precisa ser assim. Viver e deixar viver, sempre.
Muito obrigado!!! 🙂
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