O tempo me ensinou
Que para certas coisas
O tempo não passou
E que ainda carrego comigo
Coisas da minha infância.
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Ainda busco a aprovação –
E muitas vezes o perdão –
Quando me comporto como adulto.
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Mas há em mim perdão:
Perdoo a mim mesmo.
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Sou a minha própria consolação
Quem diz o sim ou diz o não
Para os meus medos insepultos.
