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África é o berço da inteligência humana

Fato é que não sabemos tanto quanto achamos que sabemos. O tempo só se encarrega de mostrar isso.

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A cultura humana nasceu muito antes do que imaginávamos. E na África – não na Europa, como pensavam os estudiosos. Há 77 mil anos, os ancestrais do homem já eram capazes de fazer arte e pensar de forma abstrata. Prova disso são duas barras de argila colorida com desenhos geométricos encontradas no sítio arqueológico de Blombos, a 290 quilômetros da Cidade do Cabo, na África do Sul, em 2004. As descobertas foram feitas pela equipe do antropólogo americano Christopher Henshilwood, da Universidade de Nova York. “A presença de objetos entalhados de gravuras significa que as habilidades de aprendizagem e a capacidade para o pensamento abstrato estavam presentes entre aqueles homens”, diz. “Essa aptidão para o armazenamento de informações fora do cérebro humano é entendida como cultura, como inteligência.”

Os novos achados refutam a teoria de que o despertar da cultura humana teria ocorrido na Europa, conforme sugeriam pinturas rupestres encontradas…

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Irracionalmente feliz

Toda vez que ouço a palavra racionalidade, por um motivo ou por outro, imagino um filhote de pássaro na beira do ninho, prestes a voar pela primeira vez. O filhote não sabe o que é gravidade, muito embora sinta os efeitos dela. Seu instinto de sobrevivência o faz respeitar a altura, mas isso não o impede de tentar. É fato que alguns caem na primeira tentativa e alguns talvez até morram tentando, mas esse é seu instinto. Os pássaros precisam voar. Eles sabem disso. Não fogem e não hesitam. Eles simplesmente vão.

Tento trazer essa analogia para o nosso mundo de alguma forma, e confesso que encontro todo o tipo de dificuldade. Imagino como seria no ninho se os filhotes fossem racionais:

“Minhas penas estão bonitas?”
“Eu até queria voar, mas eu me recuso a seguir os padrões impostos pelos meus pais, pela natueza.”
“Tá maluco? Acha que vou me atirar dessa altura sem participar de algum treinamento adequado?”

Somos assim. Somos racionais. E por mais que isso tenha feito de nós a espécie que subjugou todas as outras no planeta Terra, essa mesma racionalidade nos tráz um monte de limitações. A principal delas é a que precisamos ser socialmente aceitos. Somos seres sociais. E para isso, precisamos encontrar alguma caixinha, algum rótulo que possamos utilizar para conviver com outras pessoas. Racionalmente falando, somos irracionais ao ponto de acreditarmos que o que os outros fizeram antes de nós é perfeito e ideal para nos definir enquando indivíduos. Incrível, não?

Poucos, de fato, são aqueles que vieram ao mundo com a coragem de desafiar a sua própria racionalidade. Em geral, são conhecidos como loucos:

“Você tinha um emprego tão bom! Por que saiu?”
“Se eu fosse você, não faria Biologia Marinha. Onde você vai trabalhar com isso?”
“Você precisa se casar. Já passou da idade.”

Somos bombardeados por frases desse tipo durante toda a nossa vida. Essas mensagens são emitidas por quem nos ama, por quem nos odeia, por quem sabe do que está falando, por quem não sabe do que está falando, e pior ainda: por nós mesmos.  Precisamos entrar dentro de uma caixinha socialmente definida para recebermos a chancela de indivíduos padrão.

E dessa maneira, ignorando que o mundo pode nos oferecer muito mais do que caixinhas, nos dizemos felizes. Não podemos ou mesmo sequer ousamos ouvir o que nosso coração tem a dizer sobre nossa vida. Temos que ser racionais, claro. Irracionalmente racionais.

Há uma sequência de frases que ilustra perfeitamente o que quero dizer:

É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver.

A autoria (não confirmada) dessas frases é de Martin Luther King.

Eu aprendi que viver fora da caixinha dá medo, mas também aprendi que a verdadeira felicidade pode estar fora dela. Largar um emprego para tentar algo que nunca fiz na vida? Por que não? Mudar-me para um lugar diferente? Por que não? Sentir algo diferente? Por que não? Não vai ser o meu medo que vai me definir enquanto pessoa, e muito menos o que a sociedade espera que eu seja. Eu preciso voar e nada nem ninguém vai me impedir de fazer isso. O limite superior da minha felicidade é infinito, e a responsabilidade sobre a minha felicidade é única e exclusivamente minha.

E você? Está preparado para o seu primeiro ou próximo vôo? Que seja irracional, talvez. Siga seus instintos. Experimente novos níveis de consciência. Conheça-se. Explore-se. Descubra sua essência. Seja você mesmo. Visto de cima, o mundo é muito, muito maior.

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Nunca brinquem quando forem doar sangue!

– O senhor tem alguma doença sexualmente transmissível?
– Não.
– Já teve hepatite?
– Não.
– Dormiu bem essa noite?
– Sim.

– Ok, o senhor está apto a doar sangue. Como não é a primeira vez que doa, já sabe como proceder após a doação, correto? Precisa se hidratar, não pode fazer força com o braço, não pode beber hoje…
– Como assim não posso beber hoje?
– Não pode por conta da doação…
– Então, não vou doar! (levanto-me e finjo que vou embora)
– …
– Oi, era só uma brincadeira…
– O senhor é dependente do álcool?
– De forma alguma… Eu estava brincando…
– O senhor está fazendo tratamento para se livrar da dependência?
– Eu estava brincan…
– O senhor bebeu hoje???

15 minutos depois…
– Ok, mas não brinque assim novamente. Nosso trabalho é muito sério.
– Eu sei… Eu estava só brincando, já disse.
– Quantos anos o senhor tem?
– Quarenta e quatro.
– Não parece…
– Isso foi um elogio?
– Não.

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Dengue, Zika, Chikungunya…

É horrível, em uma situação como essa, perceber que você tinha razão. Que Deus nos ajude, porque no que depender dos homens, estamos indo de mal a pior.
http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2016/01/estamos-perdendo-guerra-contra-o-aedes-diz-ministro-da-saude-no-piaui.html

Avatar de Fabio OttoliniAgora Babou

Lembro-me como se fosse hoje do então político Sergio Arouca (que não se confunda com o que ele representava como médico), discutindo na TV e nas rádios se a Dengue era um problema municipal, estadual ou federal. Achei surreal a discussão, mas entendi que se tratava de uma questão orçamentária, que seria rapidamente resolvida.

Aqui estamos nós, 25 anos depois, com os mesmos problemas de antes. Entretanto, agora o problema não é só a Dengue. Temos a Zika, a Chikungunya, e quem sabe alguma outra nova doença para o final de 2015/início de 2016. O que permaneceu inalterado durante esse período? O vetor dessas doenças: o infame Aedes aegypti.

hhbm

Confesso que até hoje não sei exatamente se essas doenças são um problema municipal, estadual ou federal, mas sei que o controle do vetor dessas doenças, o mosquito Aedes aegypti, mesmo após 25 anos, continua ineficaz.

Os últimos dois verões foram…

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Apertando o Play…

Depois de uma conversa
Nada melhor do que
Apertar o Play
E ver a novela que
Está gravada

Está gravada
E o que não está gravado
Que se perca!

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Arqueólogos descobrem mosaicos gregos com mais de 2 mil anos na Turquia

Fantástico!!!

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Com uma quantidade impressionante de anos, uma série de obras de arte foi descoberta na região de Zeugma, na Turquia -cidade que foi casa de oficiais de alta patente do Império Romano. Os mosaicos gregos foram encontrados depois de ficar mais de 2 mil anos submersos na água. Agora, eles já fazem parte da história da arte e de todo o arquivo histórico daquela região.

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Criando uma marolinha de otimismo

Mais do que nunca, precisamos de uma onda de otimismo. Vejam o que está acontecendo na Argentina:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/12/1722433-argentina-vive-onda-de-otimismo-com-chegada-de-mauricio-macri-ao-poder.shtml

A saída do PT do poder é fundamental. Não se iludam. Os efeitos benéficos para o Brasil serão IMEDIATOS! Que comece como uma marolinha de otimismo, e que se espalhe por todo o Brasil, transformando o LIXO que vivemos hoje em páginas de um livro de História, para que a realidade de hoje NUNCA se repita!

nazareswell2

 

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E então é Natal…

O ano de 2015 foi atípico. Vimos milhões de brasileiros perderem seus empregos, empresários fecharem seus negócios e empresas importantes deixarem o Brasil, enquanto o governo continuou, como sempre, a esbanjar o nosso dinheiro.

Não foi por falta de aviso. Desde 2004 ou 2005 (não me lembro ao certo), eu e vários outros combatemos o PT e suas medidas populistas, que sempre tiveram como único objetivo a manutenção do partido no poder. E para alcançar esse objetivo, sempre valeu qualquer coisa: deixar pessoas morrerem nas filas dos hospitais, mandar policiais para missões suicidas, e aparelhar o nosso Judiciário ao ponto do STF não se importar com o que está escrito na Constituição Federal. Total e completa inversão de valores.

Mas parece que ainda não foi o bastante. Apesar de todo esse sofrimento, ainda vejo pessoas defendendo o PT. Vou ser direto. Classifico essas pessoas em 3 grupos:

  1. Ignorantes – Aqueles que, em geral, acham que política é algo chato, mas que reclamam do aumento do preço da gasolina, de não receber o décimo-terceiro salário, etc. O agravante neste grupo é que a informação para que deixem de ser ignorantes é abundante. Continuam sendo ignorantes porque as palavras doces do populismo e do socialismo soam como música nos ouvidos dos desavisados. Incluo nessa categoria também os mais humildes, que nunca tiveram acesso ao estudo, à informação, e que foram literalmente comprados pelo Bolsa Família.
  2. Beneficiários do Caos – Estão se beneficiando diretamente do que está acontecendo. Para eles, o caos é um meio de vida. Pobreza, preconceito de todos os tipos e violência são males necessários para que o caos continue. São os grandes vilões de toda essa história. Via de regra, um Brasil melhor significa um Brasil pior para eles. São o câncer do país.
  3. Orgulhosos – São aqueles que dedicaram uma vida inteira a uma causa, e que mesmo diante de seu fracasso, se negam a reconhecer a falência de suas idéias. Não são ignorantes, não se beneficiam diretamente do caos, mas não são humildes o suficiente para reconhecerem que estavam errados.

Talvez seja possível dividir em alguns outros grupos ou subgrupos, mas a idéia básica é essa: os Beneficiários do Caos se beneficiam da ignorância dos Ignorantes e do orgulho dos Orgulhosos para nos darem mais do mesmo. Sistematicamente mais do mesmo.

Não. O ano de 2016 não será melhor do que o ano de 2015. Será pior. Todos os indicadores econômicos apontam para isso. Não há um único número que aponte que já chegamos ao fundo do poço (ainda há espaço para piorar) e muito menos algum número que indique que estamos saindo do poço. Portanto, estejam preparados, de verdade, para o pior. O pior está a caminho, e eu posso dizer que eu avisei.

E então, já que á Natal, eu gostaria de fazer um único pedido para Papai Noel: que Deus ilumine e tenha piedade do povo brasileiro, para que ele se dê conta que a saída da crise não está nas mãos dos políticos, mas em suas próprias mãos. E mais: que Deus, que é misericordioso e também justo, nos ajude a afastar os demônios que estão devastando o nosso país. Que faça de cada brasileiro um soldado nessa guerra contra as trevas, na certeza de quem o bem SEMPRE vence o mal.

Um Feliz Natal para todos!

papai-noel

 

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Lágrimas de um palhaço

Já reparou que costumamos julgar um produto por sua embalagem? Rostos corados, bronzeados, bonitos. Roupas novas, perfumes caríssimos, maquiagem perfeita. Relógios de grife, carros importados, celulares de última geração. Fomos ensinados a achar que as pessoas que se apresentam dessa forma são extremamente felizes.

Minha falecida avó, grande figura, sempre brincava com isso: “É melhor chorar dentro de um Mercedes do que dentro de um Fusca.” A pergunta é: será? Com certeza. Mercedes tem até aquecedor de banco para esquentar a a bunda em dias frios. Sem comparação! rs.

Deixando um pouco de lado a brincadeira, um dos fatos que mais me marcou nos últimos tempos foi o suicídio do ator Robin Williams. Uma figura de sucesso, extremamente talentosa, engraçada, rica… E terminou sua vida assim. Suicídio. Alguém esperava por isso? Tenho certeza que não. Pelo menos nós que não o conhecíamos de perto.

Então, não se iluda com sorrisos plásticos, corpos perfeitos e coisas materiais tidas como indicadores de sucesso. Por detrás de um invólucro carnal que transborda sensualidade e demonstra todos os tipos de vitórias no mundo físico, pode haver uma alma em frangalhos. Ajude sempre que for possível. Não perca a oportunidade. Tente ver sempre além das aparências. Veja com os olhos da alma. Esses são os únicos olhos que podem ver tudo.

E mais do que isso… Talvez seja essa a parte mais importante. Que você não use a desculpa de não ter esse sucesso material para ser feliz. Uma roda de bons amigos comendo frango com farofa com certeza vale muito mais do que um jantar cheio de frescuras em que as pessoas se relacionam apenas por interesse. Enfim… QUAL A SUA DESCULPA PARA NÃO SER FELIZ COM O QUE TEM?

Sim, tem música do Iron Mainden. A música TEARS OF A CLOWN foi feita inspirada no suicídio do Robin Williams. E logo abaixo, uma entrevista do Bruce Dickinson falando sobre a música, de autoria do Steve Harris.

 

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Dia III

Mais uma autoral estilo “velha guarda”. 🙂

Dia III

Obrigado, meu bom Deus
Por me deixar viver mais um dia
Sem esse amor não existiria
Nem metade do meu ser.

Força igual não há
Procurei, consegui encontrar
Do meu lado, sem eu ter que pagar
O preço de me prostituir.

Jamais pensei que tais olhos
Que me viam com verdade
E ainda assim, sinceridade
Seriam começo, meio, sem fim.

Hoje meu pranto é outro
Minhas lágrimas são doces
Que seja como se fosse
O dia em que eu nasci.

Abalroou minha cabeça
Minhas crenças, minha razão
Ressuscitou meu coração
Que bate sem pressa, enfim.

Obrigado, meu bom Deus
Agradecimentos nunca serão demais
Sou feliz, sou a tua paz
Meu passado me faz rir.