Das promessas que ruíram,
fiz sementes.
Enterrei cada uma no silêncio,
reguei com o tempo,
esperei sem pressa.
E um dia descobri que o que se quebra
também abre espaço
para o que nasce.

Das promessas que ruíram,
fiz sementes.
Enterrei cada uma no silêncio,
reguei com o tempo,
esperei sem pressa.
E um dia descobri que o que se quebra
também abre espaço
para o que nasce.

Não tenho medo do futuro
Tenho medo das sementes
Do presente
O futuro será tão coerente
Quanto elas.

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