O desejo incontrolável de torcer pelo sucesso do outro, independentemente da distância e das saudades.
O desapego, o fim da vaidade, o aplauso do ego.
Ser lembrança e guardar na lembrança com carinho todos os detalhes, todos os momentos, todos os cheiros, todos os gostos, todos os tudos que não cabem em nenhum vocabulário.
Abandonar a raiva, abraçar a despedida como amiga, chorar cada lágrima dorida com dignidade, tal como tributo ao próprio amor.
Agradecer a Deus pelos momentos, pelas oportunidades, pelo crescimento.
Amar é, acima de tudo, aceitar o infortúnio como dádiva.
E eu te amo. E te amarei por toda a eternidade.
Meu amor de ti independe e esta é a essência do próprio amor que veio em mim morar.

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E como é simples e fácil e ao mesmo tempo difícil e complexo amar. Muitos dizem amar, mas não sabem o que é o amor. Seu texto nos ajuda a buscar a amar de verdade.
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O que adianta manter por perto uma pessoa que está infeliz? A gente tenta, é claro. Queremos estar com quem amamos. Mas se não quer, fazer o quê? Que seja feliz. Se eu não desejar felicidade para quem se vai, dá para chamar isso de amor? Creio que não. Nota: isso não se faz sem sofrimento. Deixar de amar dói. Dói muito. Abs.
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