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Retumbante – declamada por Michelle Cruz

Mais um “presentaço” da queridíssima Michelle Cruz!!! Muito obrigado!!!

Minha poesia original: Retumbante

Post no blog da Michelle: https://mcmistturacriativa.wordpress.com/2019/05/19/poesia-retumbante-do-fabio-ottolini-28/

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Voz do coração – declamada por Michelle Cruz

Já não sei nem mais o que dizer… Essa moça me enche de presentes! Rs.

Obrigado, Michelle! Mais uma vez, muito obrigado! Ficou linda! 🙂

O post original pode ser encontrado em:

https://mcmistturacriativa.wordpress.com/2019/05/12/poesia-voz-do-coracao-do-fabio-ottolini-24/

Link para minha poesia original:

https://agorababou.com/2018/08/23/a-voz-do-coracao/https://agorababou.com/2018/08/23/a-voz-do-coracao/

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Dia das Mães – 2019

Não, não importa se vocês estão brigados. Não importa o que ela fez ou o que você fez de errado. Pega o telefone, pega o carro, pega o avião… Se vira! PERDOE E SEJA PERDOADO!

Os laços de amor entre mãe e filho(a) são os mais fortes do universo. Aproveite. E sua sua a sua mãe já não está mais aqui, saiba que ela está lá de cima torcendo pela sua vida, pelo sua saúde, pelo seu sucesso. Mãe é mãe para sempre! Ore por ela e tenho certeza de que sentirá a sua presença e seu afago.

Um Feliz Dia das Mães para todos! TE AMO, MINHA MÃE! É uma benção de Deus você ainda fazer parte de minha vida! ❤ ❤ ❤

P.S.: Sua mãe pode não estar sempre certa (ninguém está), mas é sua obrigação como filho(a) respeitar a opinião dela. Não significa fazer sempre o que ela quer que você faça, mas significa levar em consideração o que ela fala. Até quando erram as mães estão tentando acertar. 🙂

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Sorrisos

Sorrisos

Inevitáveis

Imprecisos

Concisos

Radiantes

Flagrantes

Incontestáveis

Intermináveis

Sorrisos

 

Sorrisos

Abundantes

Fascinantes

Vivos

Emotivos

Inebriantes

Desconcertantes

Cativantes

Sorrisos

 

Sorrisos…

 

E de nada mais eu preciso.

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Desafios são oportunidades

Eu me lembro que quando comecei a trabalhar, em um belo, dia a minha gerente me disse: “temos um problema”. Foi assustador ouvir isso. Na minha percepção, a palavra problema trazia consigo uma carga muito, muito negativa, ao ponto de causar até uma certa paralisia. Acabamos por resolver o tal problema, mas a impressão que fiquei com relação à palavra permaneceu.

Alguns empregos depois, tive um gerente sueco que me chamou em sua sala e disse: “Estamos diante de um desafio…” e explicou todos os detalhes. A palavra desafio, ao contrário da palavra problema, me tocou de maneira diferente. O desafio eu tomei como algo pessoal, ainda que fosse uma questão corporativa. Era como se meu chefe estivesse me dizendo algo do tipo: “você pode, você consegue”. Nem preciso dizer que virei noites por conta própria para vencer o tal desafio, não é mesmo? Aquilo mexeu comigo. Eu fui desafiado, e isso tirou o melhor de mim.

O tempo passou e comecei a gerenciar pessoas. Como bom aluno, aprendi a lição. Nunca falei com meu time sobre problemas. Sempre eram desafios, coisas que precisávamos resolver juntos. E isso também dava a eles a percepção que eu tinha: éramos parte da solução e não o problema propriamente dito.

Durante esse processo, acabei por interiorizar esse conceito de tal forma que ele também passou a fazer parte da minha vida pessoal e de como eu encaro as questões que a vida me propõe. E fui mais longe… Percebi que quando a vida me dava um desafio (e desafios surgem todos os dias), é porque já existia em mim o poder, a força, a determinação e o conhecimento necessários para começar a supera-lo. E mais… Também percebi que se um desafio aparecia de forma constante em minha vida, é porque a minha estratégia para supera-lo estava equivocada. Era a hora de parar, dar um passo atrás e pensar: “O que posso fazer diferente? Por que estou não estou avançando?” E com pequenos ajustes, acabei me vendo capaz de fazer coisas que antes eu achava impossíveis. Literalmente.

Moral da história: a vida, em todos os seus níveis (pessoal, profissional, etc.), não é fácil. Entretanto, a maneira como lidamos com as questões que surgem é que define os resultados que alcançamos. Se eu pudesse dar uma sugestão para alguém que se encontra “empacado” em qualquer aspecto de sua vida, eu diria para mudar a forma de encarar o que está acontecendo. Não é um problema. É uma oportunidade, um chamado, e uma forma de ser ou de desenvolver o que cada um tem de melhor dentro de si.

Problemas nos paralisam e sem desafios estacionamos. E a vida só faz sentido quando estamos em movimento. Sempre.

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Retumbante

Há tanto

Um grande tanto

Ferido

Que vive pelos cantos

Escondido

 

Há sorrisos em prantos

Há o que se ignora

Mas que de fato ainda existe

Sob as máscaras do agora

 

Há o que foi dito

O que precisa ser dito

O inaudito

A fuga e a negação

Do conflito

 

E há o tempo que passa

Cadenciado

Desapercebido

E que mantém incólume

Essa eterna ode

Que toca no coração que bate

Retumbantemente aflito.

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Cantando alguma canção – declamada por Michelle Cruz

E ela fez de novo! Mais uma poesia minha declamada para queridíssima Michelle Cruz! Mais uma vez, sem palavras… Ela faz as minhas poesias ficarem mais bonitas do que realmente são. 🙂

Obrigado, Michelle!!! De coração!!! ❤ ❤ ❤

Vídeo no Facebook:

 

Link para o post do blog dela:

Cantando alguma música #21

Minha poesia original:

Cantando alguma canção

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Inquietude

Na segunda-feira, dia 15/04/2019, durante uma breve caminhada, as minhas velhas e queridas sandálias Havaianas soltaram as tiras. Foram 10 anos de um relacionamento intenso, vencido pelo cansaço. Ela descansou em paz.

Piadas deixadas de lado, me vi descalço, no meio de uma rua movimentada de minha cidade, e fiquei sem saber o que fazer. Até que me dei conta que havia sandálias bem perto de mim, penduradas em um mostruário na frente de uma farmácia.

Mesma cor, mesmo número, e segui em frente. Foi fácil. Eu tinha um cartão de crédito. Apenas mais um causo para ser contado, não fosse por um pequeno detalhe: eu não era o único sem sandálias naquela rua. Logo na saída da farmácia, havia um mendigo descalço. Não era eu, felizmente, mas isso me incomodou de uma forma que eu não consegui entender no momento.

Em casa, me dei conta do quanto foi fácil resolver a questão. Talvez menos que cinco minutos. E o mendigo? Resolveu a sua questão? Tinha consciência de que havia um problema para ser resolvido? Acostumou-se a viver sem uma solução? Por que eu tinha uma sandália e ele não?

Eu não consegui obter uma resposta minimamente satisfatória. Tentei pensar em todas as “possibilidades possíveis”, e me deparei com uma verdade aterradora: eu era um privilegiado. Eu tinha. O mendigo não tinha. E o mundo seguia em frente assim mesmo. Era assim.

E me senti devedor do mundo. E me lembrei que pago meus impostos, que também deveriam servir para combater a mendicância, a pobreza. E me lembrei das discussões religiosas e políticas sobre o assunto. Só que no meu coração não funciona na base do “eu já fiz a minha parte”. Há uma parte muito forte em mim que não se contenta em ver o errado, mesmo que eu tente fazer ou já tenha feito a minha parte. Eu sou um inconformado.

Dizem que a maturidade e a sabedoria vem com o tempo. Acredito, mas a minha inquietude só aumenta. É preciso fazer algo sobre isso. Não sobre a minha inquietude (eu a aceito como uma qualidade), mas sobre as mazelas do mundo, inclusive as minhas. A questão não é sentir culpa, mas como cidadão do mundo, é óbvio que carrego alguma.

Há um chamado dentro de mim para fazer coisas maiores do que já fiz e faço. Ainda estou tentando decifra-lo. Não quero calçar o mendigo. Quero mesmo é acabar com a mendicância. Sonho grande demais? E quem disse que tenho que sonhar pequeno?

Vou fazer a minha parte em pequenas doses. Em troca eu só quero uma coisa: nada. Para mim, ajudar os outros é algo egoísta. Ajudo porque me incomoda. Ajudo porque isso vicia. Amenizar a dor do outro ameniza as minhas dores também. É isso. Foi o que uma sandália arrebentada me ensinou.

Em frente, sempre. Mais inquieto ainda.

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Cantando alguma canção

Meus sonhos são grandes demais

Para ficarem em compasso de espera

Anestesiados e iludidos

Por desculpas que não são minhas

E por problemas que não são meus

 

Sinto que perdi parte de minha vida

Sendo empático, pouco prático

Fingindo não ver o óbvio

Com receio de admitir o engano

E simplesmente seguir em frente

 

Havia sempre aquela coisa do

“Não é possível! Não é possível!”

E ferido, cansado e atônito

Buscava por alguma explicação

Dessas que nunca se recebe

 

A vida é como é

As pessoas são como são

O erro não é querer muito

Mas esperar muito do nada

E achar que o nada é tudo

 

É preciso coragem para admitir

Que foram feitas apostas erradas

E que em um jogo de cartas marcadas

Quem joga honestamente

Não tem a menor chance de vencer

 

Felizmente, acaba por chegar o cansaço

E as fichas invariavelmente caem –

Não há como delas fugir –

Aliás, fugir não é necessário

É imperativo deixar a verdade emergir

 

Quando se diz não para a mentira conveniente

As palavras se tornam só palavras

Palavras feitas de nada

Não mais é preciso que façam sentido

A necessidade de seu entendimento se cala

 

A vida segue em frente

E há na frente melhores dias

Dias de verdade, sem súplicas

Dias sem a necessidade de clamar

Pelas coisas simples do coração

 

E sim, eu aprendi a lição

E ao invés de nadar em raiva

Sou puro amor e perdão

É nisso que sou melhor nessa vida

E sigo em frente cantando alguma canção.

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Estou vivo!

Estou vivo!

 

Há um calçadão de pedra portuguesa

Chamando por mim lá fora

Há a brisa do mar

Há a água de coco

Há luz do Sol me abraçando

Há amigos para me acompanhar

Há até banho de mar!

 

Tenho me sentido tão rico

Nessas coisas cotidianas

Tenho doado sorrisos

Beijos e abraços

E só posso dizer que estou extremamente grato.

 

Um bom dia para todos que sabem, como eu, que a felicidade não pode ser comprada com dinheiro, e que cada dia longe de si mesmo, no emaranhado das tolices do que não é essencial, é um dia perdido.

 

BOM DIA!!!