Se Jesus voltasse hoje, será que o reconheceríamos? Ou será que estaríamos mais preocupados com o que os grupos de WhatsApp, a Globo News, a Jovem Pan e os “digital influencers” falariam dele? Será que questionaríamos se ele é de direita ou de esquerda, ou mesmo se é preconceituoso ou racista?
Em suma: será que estamos preparados para a volta de nosso salvador?
No capítulo 9 do Evangelho de Mateus (v. 8 ), há um problema textual fascinante.
Depois de Jesus ter curado o paralítico com a afirmação de que Lhe é lícito «perdoar os erros» da humanidade, como reagiram as pessoas à sua volta?
Sentiram medo (em grego, ephóbēsan – ἐφοβήθησαν), como se lê nos manuscritos mais antigos do Novo Testamento?
Ou sentiram admiração (ethaumasan – ἐθαύμασαν), como se lê na maioria dos manuscritos de Mateus?
É assustador que Jesus perdoe os nossos erros? Ou é admirável?
Na tradição convencional do cristianismo ortodoxo, o facto de Jesus perdoar os nossos erros não é assustador; é admirável. Por isso lemos, na tradução de João Ferreira de Almeida, que as pessoas «se maravilharam» perante a capacidade de Jesus perdoar os erros.
No entanto, na minha tradução lê-se que as pessoas «tiveram medo». Pois é isso que está no Codex Sinaiticus, no Codex Vaticanus, e no Codex Bezae – os mais antigos manuscritos que nos transmitem o Novo Testamento praticamente completo. Na Vulgata, note-se, lemos correctamente «timuerunt».
Qual será o medo de haver Alguém que, em vez de contabilizar os nossos erros como prova de acusação contra nós, simplesmente os manda embora (pois é isso que significa literalmente a expressão que costumamos traduzir por «perdoar»: em grego, o infinitivo ἀφιέναι e, em latim, o gerúndio: «filius hominis habet potestatem in terra DIMITTENDI peccata»).
Se confiarmos em Jesus, os nossos erros serão simplesmente mandados embora. Que medo pelo facto de, afinal, não termos de sentir medo!
Mas que bela razão, ao mesmo tempo, para glorificarmos a Deus, «que dá uma tal autoridade aos seres humanos» (Mateus 9:8: em latim, «qui dedit potestatem talem hominibus»).
Que não nos esqueçamos de quem é o aniversariante, não é mesmo? Que nos vistamos como quem vai para uma festa (e de fato vamos), mas que nos lembremos que o próprio aniversariante está muito mais preocupado com o que carregamos em nossos corações.
Se eu quero pedir um presente? Não. Eu só quero agradecer. Obrigado, Meu Deus, por tudo que o Senhor me deu e pela minha fé sem tamanho, que se renova todos os dias. Em Ti, eu sou uma fortaleza inexpugnável. ❤ ❤ ❤
Sabe quem não estava do meu lado na ceia de Natal e que deveria estar? Ninguém!
Aprendi a celebrar as presenças e não as ausências. Essa foi a minha maior lição no aniversário do Cristo. SEMPRE estamos com quem devemos e onde devemos estar, e tudo que precisamos para a nossa felicidade orbita ao nosso redor. Não é preciso fazer força ou insistir… Deus sabe de todas as coisas, inclusive do que precisamos aprender e vivenciar.
A vida é um grande exercício para a nossa fé. Um ótimo Natal para todos!!!!!
Não, não me importa quantas vezes você caiu. Eu não vim para falar de suas derrotas, mas de suas vitórias. Eu vim te levantar. Vim para te carregar no colo se preciso for. Vim para te lembrar do quanto és especial. Vim para enxugar as tuas lágrimas com meu manto e chorar contigo se necessário for. Eu vim, porque tu vieste até mim.
Eu não te julgo. Eu vejo o teu coração. Eu sei o que sentes. Eu sei das suas tentativas. Sei do que não consegues traduzir em palavras. Vejo o frio que sentes. E estou levando a roupa adequada para que te esquentes. Sou teu refúgio. Sou teu abrigo. Eu vim, porque tu vieste até mim.
Não quero saber do que os outros dizem de ti. Não quero que te humilhes e te rasgues pedindo perdão. Não quero que te expliques. Teus atos falam por ti. Teu coração é puro. Eu quero mesmo é estar contigo em toda e qualquer situação. Eu vim, porque tu vieste até mim.
E essa dor que sentes, é minha também. Acredite! És meu filho! Sou o Senhor teu Deus, e manifesto-me diante de ti. Sou um Deus vivo que enviou seu filho para morrer em teu nome. Então me abraces e deposites todas as tuas esperanças em mim. Eu sou o seu salvador e serei teu guia durante toda a tua vida. Eu vim, porque tu vieste até mim.
Apenas entenda… Em verdade eu não vim. Precisei apenas que olhastes em minha direção. Eu nunca deixei de estar ao teu lado, meu filho.
São Jorge, que a tua proteção, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, esteja sempre presente em nossas vidas. Que teu manto nos cubra e proteja, mantendo-nos sempre longe do mal. Através de ti, rogamos acima de tudo a proteção divina, e em teu nome depositamos a fé de que sairemos ilesos de todo mal que nos cerca. E pedimos a ti, São Jorge, porque sabemos que és servo fiel de Nosso Senhor Jesus Cristo, seu fiel ajudante e escudeiro, que não o negou nem mesmo diante da morte.