Destoam tuas palavras dos teus atos,
Tuas mórbidas cores escorrem e mancham o teu discurso,
Tua verve é unicamente a tua insanidade,
O prêmio que te busca é a inalcançável amargura.
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E ainda ousas clamar por piedade,
Para a insensatez das tuas evidentes cisuras,
Mas és náufrago somente na tua loucura,
Que regurgitas em sanhas verborrágicas.
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Não há perdão e menos ainda piedade,
Para tua absolutamente surreal conduta,
Na prática, carregas a insígnia da mediocridade,
E flertas com o mal com extrema desenvoltura.


