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Desobvializando

Não espere de mim o óbvio.

O óbvio está em todos,

Em todas as esquinas,

E eu não quero ser só mais um

Para deixar claro:

Se for para ser mais um,

Não faço questão de ser nada,

Porque sei e não abro mão do que sou.

Ando cansado desses jogos,

Dessas coisas babacas do “amor”.

Perde-se tempo em disputas inúteis,

Onde nunca há vencedores.

O amor é para ser sentido,

E não para ser raciocinado,

Mendigado ou exigido.

Se todos os passos são calculados,

E nunca há risco de se pisar em falso,

Não é amor, porque amor é risco

E amar coisa de gente corajosa.

Amor é liberdade,

É asas, é sonhos,

Não tem nada de óbvio.

E por isso eu amo.

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Entre o tudo e o nada

Eu me lembro de tudo

Não me esqueço de nada

Isso não era para ser um problema

Mas passou a ser

 

Quando tudo e nada

Se misturam e se confundem

Há meio termo eficaz?

Há algo que se possa querer?

 

Eu errei, eu sei

Nunca soube me omitir

Sempre falei mais do que esperado

E sim: sempre foi por querer

 

Forcei alguma reação

Que fosse um tapa na cara

Um chute no saco

Algo para realmente doer

 

Porque na minha vida

O contrário do amor

Nunca foi o ódio

Mas a indiferença do não dizer

 

Hoje, entre o tudo e o nada

Tento respirar,sobreviver

Se tudo realmente fiz, me calo:

Não há nada o que fazer.

nada em tudo

 

 

 

 

 

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Você causa

Nao há nada que um dia

Sem você

Cause

Simplesmente

Não há nada

Nada.

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Foi nada!

Tropecei, mas não caí

Era só você…

Não foi nada.

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