A tempestade vai passar
Eu não
Não sou passageiro
Não sou
E não vim
De passagem
Sou atemporal
O infinito
No infinitivo
E ante o rugido
E o clarão dos trovões
Dou passagem
E é nesse ponto que a vida se engana:
Quando acredita que me conjuga.

A tempestade vai passar
Eu não
Não sou passageiro
Não sou
E não vim
De passagem
Sou atemporal
O infinito
No infinitivo
E ante o rugido
E o clarão dos trovões
Dou passagem
E é nesse ponto que a vida se engana:
Quando acredita que me conjuga.

O tempo não faz dessas músicas algo menos importante. Bon Jovi hoje, agora e sempre!
Todo mundo pensa que quem gosta de som mais pesado não pode curtir algo mais romântico ou brega (como preferirem). Lamento… Não é verdade. 🙂
Apenas para o blog ficar mais light, aí vão duas das minhas favoritas. Falar de política o tempo todo não dá, ainda mais no Brasil!
Divirtam-se!
Cada vez mais com todo amor do mundo! ❤ ❤ ❤
Ousei dizer que da vida já tinha visto de um tudo
Grave erro
Proposital engano
Assisti ao vivo o meu ego em seu enterro
Por crer que tinha visto de um tudo, achei que de tudo já sabia
Quanta ousadia!
Hoje sei que não sei mesmo de um tudo
E talvez de um tudo nem queira saber
A grande verdade é que não me brutalizei com os anos
Não deixei ir a minha inocência
Dói-me quando vejo a dor de alguém
Ainda que em troca eu só receba intolerância
E em cada aprendizado ou reaprendizado
Por mais que as lágrimas jorrem em primeiro plano
No fundo haverá para sempre o meu eu sonhador
Posto que do muito que não sei, sei do amor
E no amor
Eu sei que de um tudo eu amo.

Foi essa música que veio junto com a mensagem do WhatsApp. Carinho puro.
E dizem que anjos não existem…
Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love
When I’m afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow
One step closer…
I have died every day waiting for you
Darling don’t be afraid
I have loved you for a thousand years
I’ll love you for a thousand more
Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What’s standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this
One step closer
I have died every day waiting for you
Darling don’t be afraid
I have loved you for a thousand years
I’ll love you for a thousand more
And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I’ll love you for a thousand more
One step closer
One step closer
I have died every day waiting for you
Darling don’t be afraid I have loved you
For a thousand years
I’ll love you for a thousand more
And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I’ll love you for a thousand more
Some people will try to get the worst out of you to fulfill their agendas. Prove them wrong. Each and every time you feel like you are going to lose it, remember who you are and that God lives in you. Never, under no circumstances, stray away from the right path.

Recordar é viver ou reblogar é viver? Não sei o que fica melhor. 🙂
Eis uma música que eu gostaria de ter feito…
“Sangrando”
(Gonzaguinha)
Quando eu soltar a minha voz
Por favor entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando
Coração na boca
Peito aberto
Vou sangrando
São as lutas dessa nossa vida
Que eu estou cantando
Quando eu abrir minha garganta
Essa força tanta
Tudo aquilo que você ouvir
Esteja certa
Que estarei vivendo
Veja o brilho dos meus olhos
E o tremor nas minhas mãos
E o meu corpo tão suado
Transbordando toda a raça e emoção
E se eu chorar
E o sal molhar o meu sorriso
Não se espante, cante
Que o teu canto é a minha força
Pra cantar
Quando eu soltar a minha voz
Por favor, entenda
É apenas o meu jeito de viver
O que é amar
Voltem aqui, suas desgracadas! 😂😂😂
Vontade louca de caçar borboletas!
Vai que
Quer seja por azar ou sorte
Eu reencontre
Justamente as que fugiram do seu estômago?
Eu vi minha bisa, meus avós e avôs, envelhecendo. Vi meu pai falecer antes de envelhecer. E hoje vejo minha mãe envelhecendo.
Já perdi muita gente boa por conta da idade. Rugas… Marcas das lutas, da coragem, que jamais serão disfarçadas pelo tempo.
E quando falo de coragem, é porque carrego comigo esses exemplos. Os que vieram antes de mim eram corajosos. Eram bravos! Eram luz na minha vida! E na sua humildade, escondiam imenso saber.
Quem me conhece sabe que tenho um fraco (muito forte) por crianças e idosos. Crianças por serem o futuro, e idosos por carregarem o que nem imagino ser o seu passado.
Escolham um idoso qualquer na rua. Reparem bem! Percebam a fragilidade do corpo (na maioria dos casos), mas não os julguem por isso. Cada idoso já tem a sua própria história, e não nego que esse tempo todo na Terra me fascina.
A senhora maltrapilha, talvez já tenha sido madame. O senhor que fala sozinho, talvez já tenha ensinado muita gente a falar. O idoso cadeirante, que não consegue sequer fazer suas necessidades sozinho, talvez já tenha salvo a vida de muitos.
E é por isso que largo o que eu estiver fazendo para ajudar os idosos. Não é só amor; é admiração; é respeito. É o reconhecimento de que correram, pularam, trabalharam, e agora só precisam de uma velhice digna.
Então, eu peço de coração: cuide sempre dos idosos. Mostre para seu filho(a) a importância que tiveram em sua vida. Não os esconda. Não os abandone. Seja por eles o que eles já foram por você.
É certo que há idosos chatos, muitos deles doentes. A gente nunca sabe pelo que já passaram na vida.
E hoje eu estou aqui, diante de TODOS os idosos do mundo, prestando a minha homenagem. Vocês NUNCA serão um fardo. E se Deus quiser, um dia, quando eu for um idoso, que eu seja honrado pelos que vieram antes de mim.

Lá estava eu em uma mesa cheia de gente que eu conhecia e gente que eu acabei conhecendo, quando de repente aparece um garçom na minha frente, falando baixo e olhando no fundo dos meus olhos:
– Daqui a pouco eu trago a camisinha…
Como eu estava distraído participando das conversas, essa frase surgiu como algo completamente inesperado e eu não sabia o que fazer com ela. Será que ele estava me cantando? Sim, ele era gay. Então, respondi como uma pergunta:
– Traz o quê? – perguntei
– A camisinha! – respondeu ele
– Camisinha??? – falei assustado
– Sim! Dessas para colocar a cerveja dentro! – disse ele de maneira enfática, apontando para a garrafa de Heineken que estava ao meu lado sem a tal camisinha.
Eu sorri. Ele sorriu. Ele foi embora. Eu fiquei com vergonha.
– Peguei de outra mesa. – disse ele de maneira muito educada, ao retornar com a camisinha.
– Nada como compartilhar uma camisinha, né? – disse eu para amenizar o clima.
Eu ri. Ele riu. Fim.
P.S.: A camisinha era da Amstel.
E que assim seja.
