Não sei se deveria te agradecer Por mostrar que minha fé Meus sonhos Meus planos E tudo que há de maior em mim Faz sentido dentro de ti também
Não sei se deveria te agradecer Pelas nossas conversas sem fim Pelos nossos sorrisos esfuziantes Pelo brilho nos nossos olhos risonhos Pelos toques abertamente pretensiosos Que se fizeram sentir até mesmo em nossos corações
Não sei se deveria te agradecer Por amar e ser amado Por desejar e ser desejado Por querer e ser querido Pelos abraços que damos em nossas almas Pelo fogo da paixão que esquenta e revigora nossos corpos Pela total e absoluta entrega, afinal
Não sei se devo te agradecer Por cada segundo que passamos juntos Pela deliciosa sensação de estarmos entrelaçados diante do futuro Por deixar que saibas quem eu sou Por me deixar saber quem és Por abrir as cortinas de nossas vidas
E justamente por não saber Se devo agradecer ou não Eu agradeço E de ti nunca me esqueço Pois tudo parece pouco Diante da imensidão do que temos vivido
Eu agradeço
Eu agradeço
Na dúvida Eu agradeço
Pelas certezas que banham nossos corações Pelo fim dos talvezes e dos porquês E ainda que seja redundante Eu agradeço Pelo direito de sentir e poder dizer que te amo
Eu te amo E é um privilégio te amar e ser por ti amado.
E então, chegamos ao fim do ano, mas não chegamos ao fim. Que isso fique claro.
Que 2020 seja repleto de aprendizados e recomeços (quando estes forem necessários). Que os tropeços nos façam rir e que as lágrimas sejam só de felicidade. Que Deus esteja no controle, e que tenhamos fé suficiente para saber que no fim (não necessariamente no fim do ano) tudo ficará bem. É só uma questão de tempo, de esperança.
Obrigado a todos que aqui estiveram brindando o meu blog com a sua presença. Sinto-me honrado por ter conseguido alcançar mais e mais pessoas, na certeza de que aqui falo basicamente de uma única coisa: o amor, que é o sentimento mais importante e sublime que existe.
1 Coríntios 13
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
Normalmente, eu escrevo um texto e procuro uma imagem ou frase que tenha a ver com ele. Hoje, faço o contrário.
Passeando pelo Pinterest, encontrei a frase que está no final desse texto.
Somos criados (eu pelo menos fui) diante da máxima “ninguém é insubstituível”. E de uma forma ou de outra, essa frase é uma grande falácia. Ela parte do pressuposto que a vida é uma espécie de competição, onde temos que nos posicionar de maneira superior aos demais para não sermos substituídos. Talvez haja verdade nisso em se tratando de ambientes estritamente profissionais, mas a vida é bem mais do que mero profissionalismo…
Eu tenho qualidades e defeitos. Todos temos. Em nossa jornada pelo mundo – nossa vida, somos constantemente bombardeados pela sensação de que devemos seguir um determinado padrão para que a aceitação venha. E nos culpamos e até mesmo nos rejeitamos por conta disso. É um eterno jogo do tipo “se eu fosse assim, a minha vida seria melhor”. Ledo engano.
Eu, Fábio, sou único. Sou um conjunto de experiências e histórias, de vitórias e derrotas, que me fazem ser eu, Fábio. Percebem o poder disso?
Há pessoas que pensarão em você e sentirão em você (e por você) somente o que VOCÊ pode dar, o que somente VOCÊ pode ser. E justamente por isso, no dia de hoje, seja lá quem você for, gostaria de deixar claro que VOCÊ é especial e que EU também sou. E sim: sermos o que somos é de fato um super poder.
Não deixe que um dia difícil ou um momento difícil defina a sua vida. Não deixe que a opinião de uma pessoa (ou grupo de pessoas) seja algo limitante ou mesmo constrangedor. VOCÊ É VOCÊ E SÓ VOCÊ SABE SER ASSIM.
Em busca da melhor versão de nós mesmos – SEMPRE!!!, mas na certeza de que somos o bastante e que somos capazes de, de alguma forma, fazer a diferença no mundo e nas pessoas que nele habitam.
VOCÊ tem superpoderes e EU também. Seja bem-vindo ao clube. Nós somos insubstituíveis. 🙂