A aliança é só um símbolo
Mas as chances do sim aumentam
Quando o símbolo é da Tiffany.

A aliança é só um símbolo
Mas as chances do sim aumentam
Quando o símbolo é da Tiffany.

Eu conheço um anjo
Que vive em seu próprio tempo
E precisa dele para viver
Sua beleza é inequivocamente única
Sua inteligência fora do comum
Seus toques fazem tudo parar de doer
Sua presença ilumina, contamina
Enche-me de paz, de amor, de tudo mais
É a pura materialização da esperança
É como meu sexto sentido
Onde encontro acolhedor abrigo
Que faz minha alma ficar mais mansa
Mas mesmo este anjo parece sentir medo
E diante de algum desassossego
Recolhe subitamente as suas asas
Não deixa de ser um anjo, entretanto
As asas recolhidas são um sinal de força
Para que em seu próximo vôo
Possa ir além, absolutamente triunfal
Felicidade é seu nome e sobrenome
E este amor que deixa meu coração com fome
Também é, sem dúvida alguma, angelical.

Para ouvir:
Like an Angel – Yngwie J. Malmsteen
I’ve been searching for you for so long
My life’s been sacrificed
I’ve been longing for truth
And now I have found all that in you
Like an angel you came to me
And now I see
The stranger in me is finally free
To feel true love
From heaven I knew you were born
On the wings of love you were brought to me
I’ve been longing for truth journeyed so far
To be with you
Like an angel you came to me
And now I see
The stranger in me is finally free
To feel true love
Like an angel you came to me
And now I see
The stranger in me is finally free
Like an angel you came to me
And now I see
The stranger in me is finally free
To feel true love
Como poeta amador, de vez em quando consigo criar algo que consegue resistir as minhas críticas mais ferrenhas.
É o caso de uma estrofe de uma poesia chamada Maldade. Sem perceber, meio que na base da tentativa e erro, acabam surgindo versos atemporais. E sim, isso dá muito orgulho.
Saudade,
Sim! Muita saudade,
De tudo o que fomos,
Pois o que somos,
É pouco, muito pouco,
Quando dizemos que o amor está morto,
Muito antes dele morrer.
Que Deus me permita ainda criar muitos versos como esse! Fica a sensação de dever cumprido. E que assim seja.
Dizem que há um lugar
Onde a covardia é conhecida
Como uma grande virtude
Este lugar é conhecido
Como Cemitério dos Sonhos Perdidos
E ainda dizem que há um lugar
Onde a racionalidade é conhecida
Como a maior das virtudes
Este lugar é conhecido
Como Cemitério dos Amores dos Covardes.

Ao fundo ouço os gritos
São de falta de esperança
Sei que não são de dor ou fome
Eles não saberiam gritar por isso
Nunca deixaram de sentir dor
Nunca deixaram de sentir fome
Não conhecem o oposto disso
E na carência ou ausência de tudo
Eis que surge este deus imundo
Que lhes faz promessas sem dó
Esse ser infernal
Que coaduna todo o mal
Não é nem de longe Lúcifer
Mas se acha mais que o tal
De vermelho, acena destemido
Sabe que depende do sangue
De quem jura defender
Mas em seguida os fazer morrer
Pois são mero mal necessário
E no meio dessa lambança
Onde está de fato Deus?
Leva para longe essa praga
Que assola os filhos teus!
E Deus, em seu tempo, responde…
Em vermelho, agonizará pela eternidade
E nem mesmo no inferno
Terá a sua imortalidade
Pois nem Lúcifer o quer por lá
Será no meio dos que gritam
Em praça pública, nas ruas
Diante dos mesmos que quis
Sempre quis
Enganar
Será lembrado para sempre
Pelos que contra ele lutaram
Como adversário covarde
Puto, imbecil, salafrário
Sindicado será por Nosso Senhor
Que não quer cargos ou salários!
Quero ver a tal coragem
Quando do fundo da sua alma
For extirpado seu orgulho
E seu nome, feito entulho
For depositado em uma
Cova rasa.

Se ansiedade é excesso de futuro
Fico feliz
É sinal de que o futuro em minha vida
Abunda.

Sim…
Frequentemente ela me diz não
“Não, não para!”
Obedeço
Está mais do que na cara.
