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Vim trazer verdades 2

Você será SEMPRE julgado. Ponto.

Por quem você conhece e por quem você não conhece. Vão julgar tuas atitudes, tuas decisões, e tudo mais que aconteça na sua vida. Não serão justos, eu adianto. O julgamento será tão cínico ao ponto de ser baseado no mais puro e iletrado achismo.

Frases como “Eu sei o que é melhor por você”, “Vai por mim” e chantagens emocionais de todos os tipos apenas objetivam o controle direto sobre a sua vida. Mas sabe quando você coloca a cabeça no travesseiro? Sabe quando você pensa em como gostaria de estar em 5, 10 anos? Sabe quando você tem uma imagem clara do que te faz feliz? Sim, você sabe. Só você sabe.

E as pessoas que te julgam, de uma maneira ou de outra, pouco se importam com a tua felicidade, porque sequer entendem as tuas necessidades mais básicas enquanto indivíduo. Querem que você seja um espelho do que elas são e nada além disso. Então, vamos combinar uma coisa? Escute os outros, mas escute principalmente a você mesmo. Garanto que na hora de tua morte você não vai pensar no julgamento dos outros, mas sim no beijo que não deu, na pessoa que você deixou ir, na viagem que você adiou, e em tudo mais que foram sonhos verdadeiramente teus. Teus e de mais ninguém.

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Vim trazer verdades 1

Não se acostume a viver assim achando que é isso que você merece. Há alguém, em algum lugar, que vai fazer de você um plano de vida, uma prioridade. E quando esse alguém chegar, bem… Você vai se dar conta de que não precisará fazer esforço algum para que a mágica aconteça. Quando muito esforço é necessário para calçar um sapato, é porque ele simplesmente não é o seu número.

Não passe a vida inteira tentando chamar a atenção de quem não foi feito para você. O seu tempo é a coisa mais valiosa que você tem. Não o desperdice.

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3 – Luxúria

Somos eu

Somos você

Muito mais que nós

É o que nos agride

É o que nos maltrata

É a falta da pele do outro

É a falta do cheiro e do gosto

É a abundância

É a fartura

É a perda da coordenação

É vício e fissura

É o toque

É o gesto

É a saliva

É o arrepio

É roupa que cai

É o gole que enlouquece

É o despejar de vida

É a láurea de quem não padece

É a beira da praia

É a beira da cama

É a beira da loucura

É essa coisa totalmente insana

É o despertar

É o dormir

É o comer até o fim

É não deixar ir

É destino

É o inteiro e o recorte

É querer mais que querer

É a brisa fraca e o vento forte

É o corpo suado

É a alma que sacode

É a arritmia das cores

É o cachorro que ladra e morde

É a eternidade

É o viver sem temer a morte

É amor e anistia

É o não precisar de sorte

E por fim

É o Sul e o Norte

É os fatos como são

É da felicidade o passaporte

Somos eu

Somos você

Muito mais que nós.

luxúria

1 – Gula

2 – Avareza

3 – Luxúria

4 – Ira

5 – Inveja

6 – Preguiça

7 – Orgulho

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2 – Avareza

Jamais quero perder-te

E se isso for defeito

Abro mão desse direito

Ponha-te a correr!

 

Mas se não for o caso

Se nada entre nós for raso

Tua fuga será destrutiva

Fuga do que é e deve ser

 

Enquanto isso

Reparo nos teus cabelos

Minhas mãos em teus seios

Por ti avarento sempre hei de ser.

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1 – Gula

2 – Avareza

3 – Luxúria

4 – Ira

5 – Inveja

6 – Preguiça

7 – Orgulho

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1 – Gula

Nunca me cansei de te comer

Muito menos de te beber

Gosto de abundantes farturas

Não por vício

Mas por opção

Te comer e te beber

É sempre muito bom

 

Ao ponto de assar, quase doer

Nenhuma sobra

Nenhum resto

E apesar disso

Eterno “enterro dos ossos”

Eterno comer e beber

 

Sim, é putaria

Mas quem disso vai saber?

É algo nosso

Prognóstico?

Comer e beber

Até morrer

Causa mortis?

Banquete de prazer.

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1 – Gula

2 – Avareza

3 – Luxúria

4 – Ira

5 – Inveja

6 – Preguiça

7 – Orgulho

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Beijo

Beijar nunca me satisfaz

Quanto mais eu beijo

Mais eu quero beijar

Sim, é sem dúvida um vício

Posto que não sei como controlar

Beijo o beijo dos beijos

E a sua boca quero e preciso beijar.

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Veneno

Esta noite

Por descaso

Pouco caso

Vergonha

Orgulho

Cansaço

E tudo mais

Que percebo

E disfarço:

 

Deixe-me

Deixe-me provar!

O veneno

Que aos poucos –

E disso eu bem sei –

Irá nos matar.

16092

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Afogo-me

Amor é quando eu vejo

O sim e o não

Pulsando das minhas veias

E em reação

Diante de toda e qualquer presunção

Afogo-me nos teus seios.

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Badulaque

Tirando a essência

De ser o que se é

O resto é puro badulaque

Por mim

Que fique

SEMPRE

Nua.

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Sopra-me, vida!

Se a vida é um sopro

Sopra-me, vida!

Quero criar e viver sonhos por aí.

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