Avatar de Desconhecido

Vendo os sinais

E eu vi ali

Naquele passarinho

Que parecia não ter ninho

O que eu queria ser

 

Voar alto

Enxergar longe

Bem além de onde o sol se esconde

Quando chega a hora de dormir

 

E assim, cresci

Voei de mim

E percebi que sou sem fim

Sou sempre recomeço

 

Essas pequenas coisas

Que não tem preço

Dentro do meu coração as aqueço

Sempre as levo comigo

 

Meu passarinho amigo

Mensageiro do infinito

És o universo ouvindo meu grito

O amor florescendo do meu avesso.

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Avatar de Desconhecido

Em vários mundos

Lembro-me com saudades

De todos que dessa vida sumiram

Eu sempre os carrego

Dentro de mim

 

Não são fantasmas –

Estão vivos! –

E de dentro deste mundo

Chamado dentro de mim

Jamais partiram

Jamais se despediram

Jamais disseram adeus

 

Vez por outra me recolho

E mesmo que as lágrimas corram soltas

Eu os vejo vivos e sorrindo

Provando que a morte do corpo

Não é de fato o fim

 

E é por isso que eu quero

Viver também dentro dos mundos

Que existem dentro dos outros

Pois enquanto houver lembranças

Que sejam de mim

Eu estarei vivo

Dentro de vários mundos

Sim.

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