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As pequenas eternidades de um dia comum

A vida raramente acontece nos grandes momentos.

Quando olhamos para trás, imaginamos que foram as conquistas, as viagens ou as decisões importantes que nos transformaram. Mas a memória tem seus próprios critérios. Muitas vezes, guarda aquilo que parecia insignificante quando aconteceu.

Um café tomado sem pressa.

A luz da manhã atravessando uma janela.

Uma conversa qualquer que se prolongou além do necessário.

O vento movendo as folhas de uma árvore enquanto ninguém prestava atenção.

Há instantes assim que duram mais do que deveriam. Não permanecem no relógio, mas em nós. Passam em minutos, mas atravessam anos.

Talvez seja por isso que a felicidade seja tão difícil de reconhecer quando está presente. Ela raramente chega anunciando sua importância. Costuma vestir roupas comuns e se esconder em um dia aparentemente igual aos outros.

Só mais tarde percebemos.

Percebemos que aquele pôr do sol visto sem intenção foi único. Que aquela risada compartilhada jamais se repetirá exatamente da mesma forma. Que alguns abraços continuam nos aquecendo muito depois de terminados e que certos beijos permanecem vivos na memória.

A vida pode nos oferecer novos pôres do sol, novas risadas, novos abraços e novos beijos. Mas há momentos que pertencem tão profundamente ao instante em que aconteceram que nenhuma repetição consegue reproduzir o seu significado.

Não porque o que vem depois seja menor. Mas porque algumas experiências carregam consigo a beleza irrepetível de terem acontecido exatamente quando, onde e com quem aconteceram.

Podemos voltar a amar. Podemos voltar a ser felizes. Podemos voltar a encontrar abrigo em outros braços. Ainda assim, existem momentos cuja grandeza não se deixa substituir. Permanecem vivos dentro de nós como certas paisagens da infância: sabemos que existem outras tão belas quanto, mas nenhuma será exatamente aquela.

O tempo leva quase tudo.

Mas algumas manhãs, algumas palavras e alguns silêncios permanecem.

Não porque tenham sido extraordinários.

Mas porque, por um breve instante, tivemos a rara sensação de que nada faltava.

Como escreveu Fernando Pessoa:

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.”

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Molheira

Eu estou em casa,

Sentado à mesa,

Esperando você chegar.

As taças, o saca-rolhas,

Aquele vinho que você gosta,

Milhares de risadas,

Queijo parmesão.

Eu estou em casa,

Sentado à mesa,

Meu coração em uma baixela,

Meu sangue na molheira –

Vivo –

Borbulhando.

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Índio Behn – esse é o cara!

Para quem não conhece, o Índio Behn me parece ser um dos maiores humoristas brasileiros da atualidade. Ele interpreta várias personagens (a Dra. Rosangela é uma delas) e a risada é inevitável! Faz bem para a alma! 🙂

Estou torcendo para que ele venha a Niterói o mais rapidamente possível. Tenho certeza de que vai lotar o teatro várias vezes, assim como já vem fazendo em várias outras cidades.

Divirtam-se e prestem muita atenção no Yoga Vegano. 😄😄😄

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Happy Hour do Licor 43

Licor 43, literalmente licoroso por estar no congelador

Esta foto ficou o máximo! Não sou bom fotógrafo (confesso), mas de vez em quando eu acerto. 🙂

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Adam Sandler 100% Fresh

Há tempos não rio tanto! Comecei a assistir no Netflix de bobeira, mas o cara é um GÊNIO!

O formato do stand up é completamente inusitado. Nos primeiros instantes, a sensação é que tem tudo para ser um fracasso… Mas não é! Pelo contrário. É muito, muito hilário! Nunca tinha visto nada parecido!

Para quem quer dar umas boas risadas, é mais do que recomendado. Sugiro manter o áudio em inglês (nem sei se tem em outro idioma), e as legendas em inglês também. Há muitos trocadilhos e talvez isso se perca um pouco na tradução para o português.

Divirtam -se!!!