A mulher não pode ser feliz. Simplesmente não pode! Porque mulher feliz não é mulher: é “bruxa”.
A mulher, para ser reconhecida como mulher pela sociedade, precisa:
Ser completamente submissa ao homem.
Não pode emitir opiniões.
Não pode ter sonhos.
Precisa entender que o casamento é uma sentença, e que se o casamento der errado, a culpa será sempre dela.
Não pode ter desejos ou fantasias sexuais.
Precisa se submeter a todo tipo de perversão ou parafilia proposta pelo homem.
Pode ser traída e precisa respeitar a “natureza dos homens”.
Precisa sofrer calada a todo tipo de abuso físico, psicológico e financeiro.
Tem que ser mãe, cuidar da casa, fazer comida, lavar e passar.
Precisa estar sempre limpa e arrumada.
Enfim… Precisa ser uma escrava por ter nascido mulher.
Agora eu entendo porque caçavam as “bruxas”. Masculinidade frágil, tóxica. Foi e é assim desde sempre, e a grande verdade é que eu sempre achei as “bruxas” mais atraentes. Sim… As mesmas que a Rita Lee (salve!!!) chamava de “ovelhas negras”. 🙂
Há tempos quero postar esta música. Bate comigo de alguma forma.
Detalhes importantes: “Arch Enemy é uma banda sueca de death metal melódico com influências de power metal, formada em 1995. Tem uma distinção das outras bandas do gênero, por ter uma mulher como vocalista, o que é muito raro nas bandas de death metal sendo que o vocal é gutural.” Fonte: Wikipedia.
A vocalista, Alissa White-Gluz, é uma fofa. Definitivamente, um caso raro onde quem vê cara, não vê coração… Ou melhor: não “vê” voz.
Divirtam-se!
When I was born the seed was sown I will not obey, my life is my own Battle rows, which do enslave me Exposed lies that enrage me
I don’t believe in heaven, I don’t believe in hell Never joined the herd, could not adjust well Slave and master, it’s not for me I choose my own path, set myself free
I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the powers that be I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the pοwers that be The eagle flies alone
Reject the system that dictates the norm This world is full of lies and deceit I ask my own betrayal, cut so deep Suffered defeat only to rise again
I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the powers that be I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the powers that be The eagle flies alone
Alone!
I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the powers that be I, I go my own way I swim against the stream Forever I will fight the powers that be The eagle flies alone
Fiquei com desânimo de falar sobre o ano novo. Desejar as mesmas coisas de sempre (que não deixaram de ser importantes), tal como se desejo e ação fossem sinônimos. Não são.
Eu posso muito querer que meu ano seja diferente. Posso rezar, posso fazer promessas, fazer simpatias… Tanto faz. Meu ano será tão bom quanto eu quiser de fato que ele seja, mas é obrigatório que o meu querer se transforme em ação.
A passividade da espera, tal como se o universo me devesse alguma coisa, já não me convence. Estou velho demais para isso. As pessoas são como são. As coisas são como são. E se quero algo de novo e diferente para 2024, tenho que ser eu mesmo o agente da mudança.
O combustível para realizar as tais ações? Eu posso ficar com raiva, ressentido, frustrado… É minha própria energia que eu aceito, de maneira consciente ou não, investir nestes sentimentos. Ou posso também (devo!) usar esta mesma energia parar melhorar a minha vida de alguma forma. Estudar, trabalhar, me exercitar, fazer terapia, meditar… Cuidar da minha mente e do meu corpo de maneira integral, deixando para trás tudo que é âncora na minha vida.
Esta é a minha maneira de desejar um Feliz Ano Novo para quem está me lendo. Não que eu tenha deixado de comer lentilha ou de pular 7 ondas na virada do ano, mas o ano e a vida esperam de mim muito mais do que isso. Acho que de você também para a sua vida, por você.