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Seguindo em frente

Uma coisa que eu aprendi é que para cada pergunta que já fiz sobre a minha vida, antes mesmo da pergunta ter sido formulada, já havia uma resposta. E a resposta estava ali, bem na minha frente, apenas esperando a pergunta correta ou mesmo adequada para emergir.

E pensando sobre isso, me dei conta que já tive medo de fazer certas perguntas por ter medo de me deparar com as suas respostas. Sim, essas mesmas respostas que eu dizia que procurava. A questão é que de fato as dúvidas não existiam. O que existia era um mecanismo de defesa, pois ao não fazer as perguntas eu podia dizer que desconhecia ou mesmo que não sabia das respostas.

Quanta tolice! Quanta imaturidade! Quanto tempo perdido em questionamentos intermináveis, até mesmo quando o óbvio insistia em se fazer presente. Quanta energia desperdiçada! Quantos “socos na parede” apenas para perceber que a parede não se importava com meus socos e permanecia completamente indiferente à dor em minhas mãos, à dor em minha alma, em meu coração. Minha dor e de mais ninguém.

Admitir que eu não sabia lidar com algumas respostas (i.e. a verdade) foi um dos processos mais dolorosos que já tive que enfrentar na minha vida. E até para isso já existia uma resposta:

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” – João 8:32

E assim, percebi que talvez eu não quisesse me libertar. Talvez eu apenas quisesse que as coisas não fossem como elas realmente eram. Talvez a esperança de que algo mudasse fosse grande e forte o suficiente para me fazer pensar em esperar até que a resposta mudasse. E muitas vezes eu fiquei esperando, esperando, esperando…

Seria, então, a esperança algo ruim? A esperança paralisante é. Algumas vezes, tudo que precisamos fazer é olhar para Deus e dizer: “Toma! Isso é grande demais para eu resolver!” E assim seguir em frente, na certeza de que as coisas serão como tiverem que ser. O que seria a fé senão isso?

Ainda tenho medo de algumas respostas – que isso fique claro, mas também tenho esperança. Não necessariamente a esperança de que algumas respostas mudem, mas a esperança de que encontrarei em meu caminho meios que me façam ir adiante mesmo diante de respostas com as quais não sei lidar (ainda).

E que assim seja. Eu tenho fé e isso é tudo que eu realmente tenho.

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Amor Inútil – por Fabrício Carpinejar

Um vídeo cheio de verdades. Mais do que recomendo. É um vídeo que definitivamente não é inútil.

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Vim trazer verdades 27

As pessoas que mais sofreram costumam ser as mais compassivas.

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Teu caminho – por Friedrich Nietzsche

“Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida – ninguém, exceto tu, só tu.

Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.

Onde leva? Não perguntes, segue-o!”

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P.S. 2

Todo mundo sabe e acredita que eu te amo, menos você.

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Vim trazer verdades 26

O mentiroso (ou a mentirosa) quer, antes de mais nada, ganhar tempo. Sendo a verdade inevitável (ela sempre aparece), a mentira é apenas um adiamento do inexorável banquete das consequências e das atribuições de responsabilidades. O mentiroso (ou a mentirosa) sabe que pode dormir rei e acordar roto. E sim, o universo sempre conspira para que a verdade se restabeleça, e justamente por isso é que os dias de um mentiroso (ou de uma mentirosa) estão sempre contados.

Aproveite enquanto pode, mentiroso (ou mentirosa). É só questão de tempo.

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Vim trazer verdades 25

A verdade e a mentira mordem,

Mas só a mentira é peçonhenta.

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Vim trazer verdades 24

Ansiedade é o cérebro dizendo que você pode se foder.

Angústia é o coração dizendo que você se fodeu.

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Vim trazer verdades 23

Todos nós temos histórias tristes para contar, até mesmo os que são felizes. Porque não são as nossas histórias que definem se somos felizes ou não, mas sim como nós contamos (até para nós mesmos) estas histórias.

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Vim trazer verdades 22

A gente não procura um amigo para ele dizer que “tudo vai passar”, mas para tomar umas e rir junto com a gente até que o tal tudo passe.