Nos domingos, as cores são outras.
O verde é da Heineken e da salada com folhas para lá de frescas (com tomate cereja, por favor).
O amarelo é da batata frita, da farofa.
O branco é do arroz (que eu não como, mas que não pode faltar).
O rosa é da carne mal passada, quase ao ponto (ao ponto de alguém reclamar que está “crua”).
O preto é do carvão, que aquece e acolhe, que traz vida.
Mas o vermelho… Este é de paixão, do amor, do desejo, dos sonhos e dos beijos, da vida, do hoje, do ontem e do amanhã.
Um brinde aos domingos!
Nos domingos, além da carne, o fogo a alma queima.

