“Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida – ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
A via como sempre Por todas as vias E de todo e qualquer ângulo Ele a reconhecia Mas mais do que isso Ele sabia precisar Sem bússola ou compasso Tudo que nela havia.