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Deferido

Há tempos

Que os ventos

Não conspiravam

Na mesma direção

 

Há tempos

Que as palavras

Algumas vezes duras

Não caiam como benção

 

Há tempos

Que os sonhos

Que deixavam sem dormir

Não traziam consolação

 

Há tempos

Que a saudade

Era desespero

E não consolação

 

Há tempo

Ainda há muito

 

Tempo

 

O tempo do amor

Para nosso contento

Obteve, finalmente

O seu deferimento.

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100 sentidos

Há dias que adias os dias

Será que tu não

Ouvias ou vias

Tudo que havia nas vias?

 

O agente por deter gente

Com detergente

Acusa, usa e abusa da siracusa

E da medusa que parece musa

 

Diga-me um senão

Se não eu digo não

A fim do fim afim

Outrossim, outro assim sim!

84749568

 

 

 

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Assassino inconfesso

Havia tanto a dizer

Que não disse…

Coitado!

Morreu soterrado por suas palavras.

 

E havia tanto a dizer

Que não teve tempo…

Coitada!

Viverá para sempre com suas palavras.

 

O amor é assim

Se até o que é dito é subjetivo

O que falar do que não é?

 

O silêncio é o assassino inconfesso dos amores

Sugestão?

Não perca tempo e confesse.

silc3aancio-nas-palavras