O blog nasceu para falar de política, mas que acabou virando uma colcha de retalhos: poesias, contos, crônicas, músicas… Um pouco de tudo, sempre de peito aberto e com muito amor no coração. Tudo visceral. Tudo de verdade.
Meu MUITO OBRIGADO a todos que me leem e a que interagem comigo de alguma forma. Que Deus abençoe as suas vidas e a vida das pessoas que vocês amam. Saúde!
Desde 2015 o Iron Maiden não lançava material novo. Para variar, uma composição de altíssimo nível baseada em fatos históricos. Música do Iron com cara de música do Iron.
O vídeo é cheio de referências ao trabalho do Iron Maiden durante toda a sua carreira, e os fãs de carteirinha (como eu sou) se sentirão em casa.
Apesar de a gente não ter dado certo, eu te daria uma carta de recomendação sem pensar duas vezes.
Você foi meu sangue e minha alma, meu amor e minha vida, e foi por tanto tempo…
Como não falar bem de uma das melhores coisas que já me aconteceram?
E não, isso não quer dizer que não mais te amo. Pelo contrário. Quer dizer apenas que te quero feliz, feliz como eu sempre te quis, quando você estava do meu lado. Amar não é isso?
Eu te amo de alguma forma. Em algum tempo e em algum espaço ou lugar. Eu não seria quem eu sou sem você. Eu não seria o que eu sou sem o que nós fomos.
Eu te amo. Saiba disso. Lembre-se sempre disso. É uma verdade eterna e inabalável, inquebrável. Você não é algo do qual eu queira me desfazer. Eu me lembro de você. Eu me lembro de nós. Eu me lembro de tudo. Você não é algo que eu queira ou precise esquecer.
É inacreditável, mas ele está fazendo 65 anos (foi ontem, 15/07). Um dos maiores, um dos melhores, e nada mais, nada menos que professor do Steve Vai. E sim… O homem que me fez olhar para uma guitarra de maneira diferente. Nunca cheguei nem perto dele, mas a intenção era essa.
Em homenagem a esse mito, selecionei 3 músicas que dizem muito do que ele faz. É mágico. É Satriani.
Eu disse de todas as formas possíveis, em atitudes e palavras, em prosa e verso. Eu disse de todas as formas que eu sabia, de todas as formas que eu sentia, de todas as formas que eu podia e conseguia dizer.
Eu era disco arranhado em 33, 45 e 78 RPMs que só tocava uma única música, e essa música era você.
Eu disse inúmeras vezes e inúmeras vezes mais eu diria, porque dizer me deixava feliz, me fazia bem.
É certo que não fui perfeito, porque sou imperfeito. Mas sempre fui íntegro, genuíno, e nada do que eu disse jamais foi invenção ou exagero. Eu disse o que o meu coração quis dizer, porque ele sempre foi soberano ao seu lado. Dele, eu era só um pau-mandado.
E hoje, eu nada mais posso dizer. Curiosamente, as paredes com as quais nunca falei são minhas testemunhas. Testemunhas mexeriqueiras, alheias às areias do tempo.
Tudo que eu tinha para dizer, eu disse. Só não disse, porque disso só soube agora, que parece não ter fim a vontade de dizer. Dizer ainda é um ato de existência.