Meu coração
É tua querência
Tua terra
Teu chão
…
Meu coração
Já é todo teu
E nele eu resisto
Feito bolha de sabão
Meu coração
É tua querência
Tua terra
Teu chão
…
Meu coração
Já é todo teu
E nele eu resisto
Feito bolha de sabão
Trust me, my love
When I say yes to things
I should have said nay
It is not because I fear
Being alone, all by myself
It is a love statement
An open declaration
That I love you more
Than our differences
Or circunstances
…
But, my love
If you see any weakness
In what I do
Let me warn you:
I love you
And if what I concede
Is not perceived
As a love gesture
I will just pack
And follow the steps
Towards my principles
Even if they take me
Away from you.
E foi no último café
No último trago
Do último cigarro
Que a vida virou cinzas
E se desfez a cortina de fumaça
Pertencer
Ser
Tecer sem tear
Com o olhar
Com o gesto
…
Na urdidura do amor
Para tecer
Só é preciso amar
Se algum dia o prazer da minha ausência falar mais baixo do que a dor da minha presença, lembre-se disso: a escolha foi toda tua.

Aos poucos, o calor do verão se vai,
E o fim de tarde chega feito esperança:
Brisa leve, água de coco, andanças,
Pores do sol para admirar.
No coração certezas frágeis,
Ausências sentidas,
Distâncias doridas,
E a realidade para me abraçar.
O sonho está vivo,
Viver é preciso,
E os velhos lugares me sorriem,
Me chamando para ser e estar.
E volta e meia a saudade me cutuca,
Dá o ar da sua graça e o perfume da sua nuca,
Lembranças das quais não fujo,
Lembranças que insistem em ficar.
E quem sabe amanhã ou hoje ainda,
Neste por de sol que sempre fascina,
Tudo se resolva com um simples olhar:
Posto que tudo é simples e belo com os olhos do amar.

Queria que você me lesse em braille:
Há trechos com acentos para lá de agudos.

O travesseiro me chama para ti,
Para teus braços,
Teus abraços,
Teu corpo –
Descompasso! –
E eu ali só com a memória do teu cheiro,
Do teu gosto em minhas mãos.
De que adianta tudo aqui,
Se sem ti eu quase não existo?
Dou risadas falhas,
Conto piadas toscas,
Mas eu mesmo quero um único rosto
Em uma multidão de 10 bilhões!
Tu me pagas… Ah! Se me pagas!
O câmbio?
O mesmo de sempre:
Trocas entre nossos ventres,
Vinhos e beijos,
Queijos,
Desejos,
Ontem, amanhã,
Hoje,
Agora,
Aqui,
Onde for.

Cerrei meus olhos,
Relaxei meus punhos,
E fui na base da coragem.
