Saber para onde não se deve ir já é um bom começo. Comece e não pare até nem se lembrar de para onde não se deveria ir.

Saber para onde não se deve ir já é um bom começo. Comece e não pare até nem se lembrar de para onde não se deveria ir.

Onde não pude ficar
Deixei saudade
Melhor que nada
Melhor não avisar nada:
Ela é uma PÉSSIMA companhia.

Você me conquistou no dia em que eu precisei ir
E sem palavras você me disse: “eu te espero”
Acabei por voltar de onde nem era o meu lugar
E sem palavras você me disse: “eu te quero”
E por fim, trocamos olhares tomando vinho no chão da sala
E sem palavras você me disse: “eu te amo”
Estou até agora sem palavras
E eu não sou de ficar sem palavras
Mas mesmo que eu tivesse todas as palavras
Meu coração resiste e ao mesmo tempo insiste
Para que eu lhe diga sem palavras: “eu também”.

As labaredas que lambem os corpos
E que incendeiam os lençóis
Só fazem sentido
Quando as centelhas
São paridas pelo coração.

Essa noite, ouvi essa música tomando um “scotch” e dando umas baforadas em um charuto. Fez-me esquecer que eu estava nesse planeta por alguns instantes. Recomendo a experiência. Vou repeti-la. 🙂
Conheci essa música através do mestre Michael Hedges. Sempre fui apaixonado pela letra e pelo fato dele transformar o violão em um instrumento também percussivo, passando pelas praias do New Age. Depois, descobri a versão original, que é do Prince e da Sheila E., que são de fato os compositores (dois MONSTROS por sinal).
Duas versões, dois absurdos, e dois mundos completamente diferentes. O melhor deles? Não faço a menor ideia e essa é a melhor parte. 🙂
Letra logo após os vídeos.
The moon up above, it shines down upon our skin
Whispering words that scream of outrageous sin
We all want the stuff that’s found in our wildest dreams
It gets kinda rough in the back of our limousine
That’s what we are, we all want a love bizarre
That’s what we are, we all want a love bizarre
A strawberry mind, a body that’s built for two
A kiss on the spine, we do things we never do
Swallow the pride and joy of the ivory tower
We’ll dance on the roof, make love on a bed of flower
That’s what we are, we all want a love bizarre
The moon up above, it shines on upon our skin
Whispering words that scream of outrageous sin
We all want the stuff that’s found in our wildest dreams
It gets kinda rough in the back of our limousine
That’s what we are, we all want a love bizarre
That’s what we are, we all want a love bizarre