Quando precisar de ajuda
Não se cale
Dê um jeito
GRITE!
GRITE!
GRITE!
Não tente resolver sozinho(a) o que você sequer entende! COMPARTILHE!

Quando precisar de ajuda
Não se cale
Dê um jeito
Não tente resolver sozinho(a) o que você sequer entende! COMPARTILHE!

– Amor, eu estou bem nesse vestido? – pergunta a mulher, curiosa.
– Está sim! – responde o marido, sem prestar muita atenção nos detalhes.
Momentos depois…
– E nesse vestido Laranja de Marte, o que acha?
– Linda, meu amor! Linda!
– E nesse vestido salmão. O corte é um pouco diferente dos outros… O que acha?
– Foi o melhor até agora, meu amor! Sensacional!
….
– Vamos?
– Olha só… Eu sei que você não precisa usar sutiã, mas está marcando muito… Suas coxas de fora… O vestido está muito curto. Volta lá e troca isso, vai…
– Eu te mostrei todos os vestidos…
– Ok, mas só agora eu vi. Eu tenho ciúmes de você, po! Não quero deixar os outros babando!
– Mas você sabe que eu sou sua…
– Sei. Por isso mesmo… Faz isso por mim?
– Só se quando a gente voltar para casa você aproveitar, usar e abusar de tudo que te deixa enciumado…
– Eu já faria isso sem você pedir…
– Eu te amo!
– E eu também!
Moral da história: homens protegem suas fêmeas. Diferencie quem te ama de quem te exibe ou te quer só por ter. O amor está nos detalhes.

P.S.: Não tenho dúvidas do que outros, muito mais sábios do que eu, já disseram tudo isso antes de mim. Entretanto, achei importante compartilhar.
Não te assustes, meu bem
Se um dia, ao acordares
Vires o meu lado em nossa cama
Frio e vazio
Fui-me
Precisei ir
Sem aviso formal
É fato
Mas vou-me por não me sentir útil
Vi minha vida por teu amor
Por nosso amor
Por nossos planos
Muitos, muitos anos
Ser rasgada a seco
Deixada ao vento
E com fome e frio
Perdida no tempo
Tudo feito e desfeito
Esforço impróprio
Vida pueril
Vida inútil
Mas declaro
Que fique claro
Que não sou algoz
E muito menos vítima
Mas eu sou fogo
Sou brasa
O combustível
O comburente
Sou a flecha
E o arqueiro
E não cigarro
Ou mero trago
Ou mesmo cinzas de qualquer cinzeiro
Aproveito a oportunidade
Para oferecer-te minhas sinceras desculpas
Não sei exatamente onde errei
Se foi por dar-me como me dei
Ou se foi por sonhar como sonhei
Fato é que agora sei
Que eram meus
E tão somente meus
Os nossos sonhos
E neles nos amávamos
E eu amava
Eu sempre amei
E na solidão agora desacompanhada
De minhas horas
Teu nome em minha memória
Saudade que condena e sufoca
Nevoeiro de lágrimas
Que derramam-se em um livro
De uma só página
Um resumo do nosso amor
“Acabou”
Era só fumaça
Mais nada.

Volta e meia reencontro uma poesia que escrevi e não reconheço. Uma delícia nesse caso! 🙂
Todos os sabores
Desfolho-te
Defloro-te
Folha por folha
Feito livro
Que eu já li e reli
Que reescrevi
E até o que é repetido
É sempre novo –
Faz sentido! –
Sempre percebo um detalhe
Um gosto diferente
Uma textura diferente
Que só eu sei onde encontrar
Que só eu sei fazer
E tendo dito e vivido isso
E com a mesma fome
Que sempre tenho de ti
Faz sentido chamar-te
De mil folhas
Da mais fina pâtisserie
E eu, sem falsa modéstia
Sou teu premiado pâtissier
Que te recheia como quiser
Como e onde eu escolha
Pois és minha obra-prima
E eu devoro-te folha por folha.

Reblogar é viver! 🙂
Deixa assim…
Eu vivo do passado
Olhando para um futuro
Com você ao meu lado
Morrendo de rir
Três pizzas para dois
Quatro gozadas depois
Te amo
Te chamo
Vinho
Canto
Pranto
Amor sem fim
Sim, a gente é assim
Sem fim
Sem começo
Puro recomeço –
Eis o preço! –
De vidas tortas
Que bateram em nossas respectivas portas
Precisando-se, pedindo-se
Necessitando-se…
Sim, vamos esconder
O que a vida nos prometeu:
Vamos nos ignorar em direitos
Defeitos
Peitos!
Falando nisso
Adoro os seus!
Exalo saudades
Das conversas sem fim
Do meu corpo suado
Colado no seu
Algo sem igual
Algo só meu e seu
Já mencionei seus peitos?
Enfim…
Saudades das nossas músicas
Das cinco horas da manhã
Do seu pai pegando água
Do seu sutiã
Do calor que me esquentava
Do frio que não fazia!
Ah, meu amor!
Não pedirei nenhum favor
Peço apenas pelo meu direito
De…
Ver o post original 60 mais palavras
Esse foi profundo… Literalmente!
Lembro-me de quando toquei pela primeira vez
Entre suas olímpicas pernas
Depois disso, não me lembro de mais nada
Ainda que aquela sensação me seja eterna
De alguma forma associei aquele momento
Ao barulho do curso de um rio
Tornei-me um ás da canoagem
Todo dia remando e colocando-te no cio
E hoje, meu maior desafio
É afogar-me por completo todo dia
Entre as tuas fartas e inigualáveis coxas
Não há morte; só putaria e poesia.

Posto que quando se ama
A distância se mede em metros
Mas em horas, minutos, segundos…
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac…

Hoje é Dia dos Namorados. Já sei… Você está triste. Sem namorado(a)?
IMPOSSÍVEL!
Esqueceu que você sempre teve e sempre terá a você?
NAMORE-SE! AME-SE! PRESENTEIE-SE!
Seja lá por qual motivo for, tenho certeza que você merece. Mas veja bem… Namore-se e ame-se por inteiro! Não fique por aí procurando sua “cara metade”. Ela não existe. Antes de mais nada, seja inteiro!
Um viva ao seu, ao meu, ao nosso dia! Feliz Dia dos Namorados para todos!

…e a realização de nossos sonhos e desejos mais profundos também é!
Já imaginaram um paraquedista sem medo? Todo paraquedista sabe que, mesmo depois de realizados 10.000 saltos, a probabilidade de um acidente acontecer continua a mesma se as devidas precauções não forem tomadas. E é justamente o medo de morrer que faz com que o paraquedista continue sendo cuidadoso, talvez até mais cuidadoso do que no início, ainda que vá se tornando cada vez mais experiente.
E se assim não fosse? Dobraria o paraquedas de qualquer maneira ou pediria para terceiros dobrarem, não se preocuparia com as condições meteorológicas, e assim por diante. Chances de um acidente? Monumentais.
É importante, entretanto, deixar claro que há uma linha de corte entre o medo prudente, necessário, e o medo irracional, que paralisa e se torna uma “barreira intransponível”. O paraquedista, ainda que com medo, salta, e nesse sentido é o próprio medo que o mantém vivo. Caso fosse controlado pelo medo irracional, não poderia ser paraquedista, ainda que fosse este o seu maior sonho ou desejo. A “barreira intransponível” nos impede de pensar com clareza e racionalidade, e, acima de tudo, nos impede de trazer para a luz tudo aquilo que vislumbramos somente como vultos disformes que perambulam em nossas mentes, nos impedindo de progredir, seguir adiante.
Essa é um exemplo extremo, mas a nossa vida cotidiana é assim. Precisamos ter medo para tomar decisões conscientes, mas não podemos deixar o medo irracional tomar conta de nossas vidas ao ponto de nos paralisar ou nos fazer tomar decisões equivocadas.
Moral da história: o medo é nosso amigo. Difícil imaginar alguma situação sem risco (viver é um risco e sempre haverá riscos), e por isso mesmo precisamos do medo para seguir em frente da maneira mais segura consciente possível. E o mas importante de tudo: que não sejamos dominado pelo medo, e que façamos dele nosso aliado na conquista de nossos sonhos e desejos.
