Ganhei esta rosa de minha mãe no dia de ontem, 13 de Maio, por conta da celebraçao do dia da Nossa Senhora de Fátima, da qual sou fervoroso devoto. Eternizei em uma fotografia o amor de minha mãe, e isso me fez pensar em estender este amor a todos que eu puder.
Via de regra, o Instagram* é um lugar de fotos bonitas, onde as pessoas postam momentos alegres. Entretanto, eu sei que muitos estão passando por problemas seríssimos, que tentamos disfarçar com sorrisos plásticos.
Esta flor não é de plástico, assim como nós também não somos. E hoje eu quero que a imagem desta rosa chegue até a sua casa como um sinal de bom presságio, trazendo paz, saúde e prosperidade para a sua vida e para a vida de sua família.
Que Nossa Senhora de Fátima interceda junto a seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, para que chegue até você a cura desejada, os recursos financeiros necessários, e a paz que todos nós almejamos. E que, acima de tudo, esta rosa abra as portas do seu coração para o diálogo edificante e conciliador com aqueles que por alguma razão estão afastados da sua vida, na certeza de que em nome de Deus nada é impossível.
Aproveite este momento. Perdoe. Peça perdão. Abrace. Seja abraçado. A vida é breve e vamos levar dela apenas o amor que plantarmos nos corações uns dos outros.
Dedico esta postagem a Divaldo Franco, que faleceu no dia de ontem, pelo seu trabalho incansável na ajuda ao próximo.
Há coisas dolorosas que precisam ser feitas, e que nem por isso deixam de ser dolorosas. Pelo contrário. Talvez se tornem mais dolorosas por conta disso.
Mas a vida é sobre isso. É sobre fazer com lágrimas nos olhos, com o coração sangrando, ainda que ninguém entenda ou mesmo aprove os motivos.
E talvez seja nestes momentos, quando ninguém entende a sua dor, quando as suas mãos trêmulas são vistas como fraqueza, é que a vida esteja te oferecendo uma oportunidade única de crescimento.
Aceite-a. Só dói muito em quem sente muito. Só transborda em lágrimas quem tem sentimentos de sobra. Só sangra quem é feito de carne e osso. Então, que doa o que tiver que doer.