Esta bandeira não tem partido e nem político de estimação. Esta bandeira é o que somos no passado, no presente e no futuro. Esta bandeira transcende quem está, esteve ou estará na presidência. Esta bandeira é tua, é minha, é nossa, sob as bênçãos de Deus e de Nossa Senhora de Aparecida. O resto são só bravatas e gente que não vale o pão que come.
Dei-me conta de que quando eu rezava pedindo para que fosse feito o melhor por nós (por ela e por mim), estava pedindo para Deus afasta-la de minha vida. Não havia o tal nós e era justamente isso que eu não entendia, que eu não sabia, que eu desconhecia. Eu era só um ator coadjuvante em um filme de quinta categoria, induzido ao erro 24 horas por dia. Manipulado por completo por uma pessoa que sempre me dizia: “Confia em mim. Me espera. Nós vamos ficar juntos”. E ela falava essas coisas olhando dentro dos meus olhos…
Não nasci para isso! Nasci para ser protagonista da minha própria vida. E por mais que doa perceber que nunca (repito: nunca!) fui nada, absolutamente nada além de uma peça em um jogo perverso sem possíveis vencedores, foi nessa descoberta que encontrei toda a força necessária para seguir adiante.
A verdade liberta. Hoje, eu sou livre. Dou graças a Deus por isso. E sigo em frente de cabeça erguida, com a consciência tranquila, e agradecido pela chance de poder recomeçar mais uma vez.
Há uma mensagem poderosa por detrás da forma como as pessoas lhe tratam. Quem ama ou nutre algum tipo de sentimento positivo por você lhe respeita, não mente, não é inconsequente em seus atos e não lhe machuca intencionalmente. Toda pessoa que se coloca em uma situação em que possa lhe perder não merece a sua confiança, a sua presença e muito menos a sua atenção. Quando perceber esse tipo de padrão de comportamento em alguém, aceite como uma libertação de Deus e afaste-se.
Para uns
Beijos da vida
Para outros
Abraços da morte
A semeadura
Nunca abandona
Ou se esquece
De ninguém
E no tempo certo
Todo jardineiro
Que teve tempo
Mais do que suficiente
Para debulhar
Suas sementes
Receberá a sua paga
E vai chama-la de destino
Sem entender seus porquês
E menos ainda os seus poréns.
Aquele momento em que a saudade está batendo forte em meu peito, e um amigo manda uma música incrível que diz tudo que você gostaria de dizer…
Te amo, meu irmão! Para sempre! Tenho certeza de que você olha por mim aí de cima.
There is no reason to watch you go It’s just a dream you’re dreaming on Where is that sparkle into your eyes I just want you to hear
My silent cry when I’m alone A distant storm you hear so far I need to feel you from above I don’t know where I do belong
You’ll stay here forever And watch over me and my life You’re gonna stay here on my side Cradling me from above I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
The sand of time won’t let you fade Your memories of joys and laughs If you believe that every prayer Can turn a stone into life
You’ll stay here forever And watch over me and my life You’re gonna stay here on my side Cradling me from above I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
I need you close more than you know More than I can say Please don’t forget the love we shared
You’ll stay here forever I’ll hold you in my dreams I’ll cry to the sun and the rain You’re gonna hold my hand that trembles I lost my gamble with God
There is no reason to watch you go It’s just a dream you’re dreaming on
Não. Nem todo mundo é capaz de roubar porque está com fome. Nem todo mundo é capaz de matar porque foi traído. Nem todo mundo é capaz de agredir ou ameçar porque se viu contrariado. Nem todo mundo é capaz de mentir para conseguir o que quer ou para esconder quem realmente é. Não. Definitivamente não.
Pelo contrário. Essas generalizações são típicas de quem não sabe (ou não aceita) o que é um contrato social (leia-se Hobbes, Locke e Rousseau) e que vive em eterno “estado de natureza”*, sob a justificativa de que supostos direitos e liberdades individuais devem se sobrepor à vida em sociedade e ao bem coletivo.
A sociedade evoluiu o suficiente ao ponto de definir valores e limites (moral e ética), criando um mediador para os conflitos: o estado. Portanto, o “estado de natureza” não é mais uma opção, e a frase homo homini lupus, no seu sentido amplo de “os fins justificam os meios”, é apenas uma falácia para justificar o mau caratismo e a falta de integridade.
E assim sendo, antes das pessoas sairem por aí justificando os seus comportamentos reprováveis, inaceitáveis e inadmissíveis sob a égide das circunstâncias, convém fazer uma revisão de suas bússolas morais e éticas. Nem todo mundo é capaz de tudo. E é justamente essa linha nada tênue que separa o bem do mal, e consequentemente, os bons dos maus. Qualquer tentativa de descaracterizar esse corolário é relativismo para uso em proveito próprio.
* O estado de natureza é uma abstração teórica. Um momento anterior ao surgimento de qualquer tipo de organização social e do Estado Civil.