As pessoas tendem a valorizar o difícil, o improvável, o inatingível. Muitos, inclusive, se apaixonam por esta busca frenética e chamam isso de amor.
Não. O amor não é e nem precisa de nada disso. O amor chega fácil. É claro, objetivo e direto. É óbvio. Não precisa ser convencido. O amor não joga. É leal. É fiel. É recíproco. É respeitoso, íntegro e integral. É correspondido. É leve. Eleva. Faz crescer. E, sobretudo, o amor nunca se coloca ou permite ser colocado em uma posição na qual possa se perder ou mesmo deixar de existir.
Nem por isso dispensa manutenção, claro. Amor é dia a dia. Amor é cotidiano. Amor é no detalhe e no todo. Amor é jornada. Amor é estrada. Amor é pé no chão.
Se for muito complicado, não é amor. É alguma outra coisa que você resolveu chamar de amor para preencher algum vazio. E se você não estiver inteiro, vai chamar qualquer porcaria ou migalha de amor e vai sofrer horrores por conta disso.
É ou não é amor? Só você é capaz de responder essa pergunta.
Fala que não vai amar de novo. Jura que não vai se entregar mais uma vez. Diz que não quer nada sério. Faz promessa e tudo mais. E chega a vida, que não tem nada a ver com isso, e fala assim:
– Parou com a crise existencial? Tá aqui, ó…
E vira adolescente. Solta fogos por dentro. Volta a sonhar. Compra flores e bombons. Faz cartão. Escreve poesia. Faz juras de amor. Se entrega mais uma vez…
É possível viver sem amar? Talvez, mas as melhores histórias são as histórias de amor. Não viver essas histórias, quantas forem necessárias, é um grande desperdício. É deixar um monte de páginas em branco no livro da vida.
Acompanho de perto as aulas virtuais de minha filha. Muitas vezes, sem perceber, acabo participando de alguma forma das aulas, o que me fez relembrar ou mesmo reaprender uma série de coisas.
É inegável o esforço da grande maioria das escolas e professores no sentido de se reinventar durante a pandemia, fazendo o possível e até mesmo o impossível para garantir a integridade física, psíquica e intelectual de seus alunos. Aplaudo de pé.
Por outro lado, também convido pais e responsáveis a refletir sobre escolas que tentaram minimizar os impactos da pandemia na vida e na morte de seus alunos, professores/profissionais e suas respectivas famílias. Escolas que não prezam pela vida merecem a matrícula de seus filhos? É uma pergunta retórica e muito séria, enfim.
Feliz Dia dos Professores!!! Vocês são inesquecíveis e fundamentais!!! Guerreiros quase que imortais, ainda que extremamente mal remunerados e pouco reconhecidos, vocês são absolutamente imprescindíveis nas vidas dos brasileiros. Agradeço em meu nome e em nome da minha família. Obrigado! ❤
– Dose de reforço da vacina (ela quis tomar no primeiro dia possível, que calhou de ser no dia de seu aniversário).
– Hambúrguer, batata frita e Coca Zero (ela escolheu).
– Um bolo de chocolate (ela também escolheu).
– Um monte de abraços e beijos (ela não teve escolha nesse caso).
Feliz Aniversário, minha mãe! Já são 74 anos muito bem vividos! Obrigado pelas suas qualidades e seus defeitos. Obrigado por me amar e justamente por isso me dar umas broncas mais do que merecidas. Obrigado pelos princípios e valores que herdei de você e que uso como bússola moral na criação de minha filha! Obrigado mesmo, de verdade!
Pronto! Mais um grupo de especialistas, dessa vez em “servidores”, acaba de surgir na Internet.
“O aviso de “5XX Server Error” significa, de forma simples, que o problema está sendo ocasionado por uma falha nos servidores do serviço.” *
Possíveis desdobramentos:
– CPI da Covid convoca servidores para depoimento na qualidade de investigados.
– STF concede Habeas Corpus para servidores, que agora têm o direito de permanecer calados (como já estão).
– MP acusa servidores de fazerem parte de uma “rachadinha”.
– Magistrados assinam documento conjunto: “Dessa vez, não temos nada a ver com isso.”
– PCO afirma que funcionários públicos (servidores) são sempre acusados indevidamente e começam a encher balões para uma passeata com 10 pessoas.
– As FFAA, a pedido do Bolsonaro, enviam para Zuckerberg toneladas Ivermectina e HCQ, e afirmam que estudos comprovam a eficácia desses medicamentos para resolver qualquer tipo de problema.
– A renomada infectologista Mia Khalifa afirma que o problema é que colocaram o cabo no buraco errado.
– Bolsonaro afirma: “É isso que dá não colocar um militar para administrar essas coisas no tocante a Internet, talquei?”
– Carlos Bolsonaro decide escrever um livro com sua escrita vanguardista.
– Lula afirma que, dessa vez, não roubou nada dos servidores.
– Paulo Guedes ironiza: “O WhatsApp a gente deixa para depois.”
– O “Gabinete do Ódio” está com ódio de tudo que está acontecendo.
– Milhares de criadores de fake news estão sendo obrigados a interagir com suas famílias porque estão sem ter o que fazer em casa.
– Tias do WhatsApp são internadas com crises de abstinência.
– Fila de nudes aguardando envio no WhatsApp já é maior do que distância entre a Terra e Marte.
– O telefone toca com uma ligação normal e várias pessoas se assustam. O esquadrão anti-bombas é acionado.
– Assinantes de operadoras de telefonia (fixa e móvel) descobrem que elas estão com problemas graves na parte de telefonia faz uns 10 anos.
– Como o erro tem XX na notícia, cientistas políticos do Facebook criam milhares de teorias conspiratórias e afirmam ser evidente a participação da Xina (sic) nos ataques.
– Servidores do Xvideos travam com aumento na “demanda por notícias”.
– Casais se divorciam por conta dos cerca de 60 minutos que foram obrigados a conviver sem olhar para os seus respectivos celulares.
– Todos criam contas no Telegram apenas para abandona-las logo em seguida (quando tudo voltar ao normal).
– Rubens Barrichello declara que odeia toda vez que acontece isso com o Orkut.
– O vírus da ignorância (o pior de todos) encontra dificuldades em achar novos hospedeiros e várias pessoas buscam postos de saúde para tomar a vacina contra a Covid.
– Eu me flagro sorrindo e torcendo para que as redes sociais fiquem fora uns 3 meses… Ok… O WhatsApp pode voltar antes disso. Sei lá… Melhor não.
Por que eu deveria me envergonhar de minhas lágrimas, se todas elas foram de verdade?
Tudo que você viu foram confissões escorrendo pelo meu rosto. Tudo que você viu existia em mim. Tudo que você viu sou eu.
Se você me viu chorando algum dia, é porque eu já confiei muito em você. E nesse dia, você não viu a minha fraqueza, mas a força e o tamanho de tudo que me habita. E se você achou isso estranho, a grande verdade é que você nunca vai me compreender: eu não caibo em você.