Possivelmente, uma das músicas mais tristes de todos os tempos. É curta, direta e dilacerante.
Da banda eu creio que nem preciso falar. Deep Purple é uma escola, uma instituição, para ser apreciada sem moderação.
Possivelmente, uma das músicas mais tristes de todos os tempos. É curta, direta e dilacerante.
Da banda eu creio que nem preciso falar. Deep Purple é uma escola, uma instituição, para ser apreciada sem moderação.
Não mereces o meu tédio,
Mas minhas melhores notícias,
Que abundam todos os dias
Que anseio por estar contigo.
Não és uma opção ou uma fuga
Dos dias turvos,
Da confusão mental,
Da fumaça dos carros,
Da empáfia dos covardes,
Da verborragia dos trastes.
És uma escolha,
A visceral,
A única.
E por seres única,
Fato é que não tenho opção:
Ou entrego-me pela razão,
Ou pelos horrores de sentir
As dores da tua carestia.

CHEGA!
Chega de não chegar junto. Chega de fazer corpo mole. Chega de planejar um futuro sem estar presente no agora. Chega de gerundiar com minha vida. Chega, chega, chega!
Amo muito, mas não dá para amar por dois. Amor é construção e não estou disposto a construir “puxadinhos”. Quero muito, mas quero tudo agora, porque já vi vários dos meus hojes se transformaram em ontens, e por isso não dá para esperar “só mais um pouquinho”.
É pegar ou largar. Eu tenho fome de você e fome de viver. Entretanto, vida eu só posso ter uma e eu escolho viver.

Quando você me disse adeus, insisti para que ficasse. Eu te amava de forma tão profunda que imaginar a minha vida sem você doía no meu corpo, na minha alma.
Você não deixou de ser uma pessoa maravilhosa por conta disso. É certo que fiquei com um vazio imenso por conta da sua partida repentina, mas seria justo que você ficasse por conta do meu vazio, possivelmente para se sentir vazia também?
O amor aceita a vontade do outro. O amor aceita que as coisas mudem. E hoje, quando me falam de você de você e sei que está bem, sorrio. Era isso que eu queria para você: felicidade!
Que você esteja e seja muito feliz. Sempre! Aceitar e viver o seu adeus foi apenas mais uma das inúmeras maneiras que encontrei de dizer “eu te amo”.

Nossa visão imediatista diante da dor nos torna míopes. Tentamos evitar a dor a todo o custo, nem que para isso tenhamos que nos humilhar, usar e abusar de drogas (controladas ou não), e muitas vezes adotar até mesmo padrões de comportamento que colocam em risco a nossa integridade física, mental e espiritual.
NÃO!
A dor de hoje é, na maioria esmagadora das vezes, a felicidade de amanhã. É preciso que a vida leve o que não é nosso e o que não nos cabe, para que possamos evoluir e alcançar aquilo que é verdadeiramente nosso e alinhado com o propósito de nossa existência.
Portanto, não fuja da dor. Encare-a de frente e sinta-a em todas as suas dimensões, na certeza de que ela está preparando você para o melhor, que com certeza ainda há de vir.
Acredite no processo!

Se você não se respeitar, ninguém vai fazê-lo. Não fique arrumando justificativas para os outros te tratarem mal. “Ain… Ele está passando por um momento difícil”. “Ele tem um temperamento forte!”. “Tenho certeza de que a culpa é minha.”
NÃO!
Falta de respeito é algo injustificável. Uma coisa é um desentendimento, e outra é o desrespeito sistemático que sabota a sua autoestima e serve como ferramenta de manipulação. Diga não! Respeite-se e vá embora. Vá ser feliz!


Nos tempos em que vivemos, ter a seu lado alguém íntegro e verdadeiro é um baita de um presente.
Aprecie sem moderação!
Uma música que me deixa alegre e feliz. E isso desde 1988!
Um brinde (tem que ser com uma Margarita por conta da música)!
Eu não sei nem o que dizer… Fico só babando e pensando no quanto as pessoas perdem se limitando a ouvir o que é mainstream (toca nas mídias de massa).
Por detrás dessa música, há ANOS de estudo. Não vou nem falar do Implellitteri (GÊNIO!!!), mas até mesmo de quem executa a obra. É para aplaudir de pé!
Pergunta: na sua concepção, é música clássica ou não é? Não deixe a distorção da guitarra enganar os seus ouvidos…
P.S.: Chicken Pickin é uma técnica utilizada por alguns guitarristas que mescla o uso da palhetada com dedilhado. É uma técnica híbrida e bem complexa.
As pessoas tendem a valorizar o difícil, o improvável, o inatingível. Muitos, inclusive, se apaixonam por esta busca frenética e chamam isso de amor.
Não. O amor não é e nem precisa de nada disso. O amor chega fácil. É claro, objetivo e direto. É óbvio. Não precisa ser convencido. O amor não joga. É leal. É fiel. É recíproco. É respeitoso, íntegro e integral. É correspondido. É leve. Eleva. Faz crescer. E, sobretudo, o amor nunca se coloca ou permite ser colocado em uma posição na qual possa se perder ou mesmo deixar de existir.
Nem por isso dispensa manutenção, claro. Amor é dia a dia. Amor é cotidiano. Amor é no detalhe e no todo. Amor é jornada. Amor é estrada. Amor é pé no chão.
Se for muito complicado, não é amor. É alguma outra coisa que você resolveu chamar de amor para preencher algum vazio. E se você não estiver inteiro, vai chamar qualquer porcaria ou migalha de amor e vai sofrer horrores por conta disso.
É ou não é amor? Só você é capaz de responder essa pergunta.
