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Tell Her You Belong to Me – Beth Hart

Eu ouço com frequência que o amor acabou e que as pessoas não se amam mais como antigamente. E invariavelmente me deparo com todos os tipos de declaração de amor. Quer seja na música, na escrita, na pintura, na escultura… O amor existe e está sempre presente. Sempre.

E numa dessas eu descobri que escrevo exatamente por esse motivo: porque o amor existe. E existe mesmo! E dadas as minhas limitações (não sou nada e nem ninguém diante dos grandes que falam de amor), fiz desse blog uma casa para falar de amor. Amor mesmo, de verdade. Com todas as suas complexidades e desafios. Amor real, que é céu e inferno de vez em quando, mas que ainda assim nunca deixa de ser amor.

Acho que essa música resume bem o que é amor, e é algo tão simples que chegar a ser assustador: amar é querer estar junto. Não é forçar a estar junto. É torcer para que o seu querer seja o que o outro também quer. E só isso.

Que o amor guie a sua vida!

P.S.: Vejam a entrada absolutamente triunfal da Beth Hart no vídeo! Que momento! Que momento!

Tell Her You Belong To Me
(Beth Hart)

Tell her you’re mine
That you have been blind
Tell her it’s over
And you belong to me
Tell me to come
And like hell I will run
Back into your arms
‘Cause you belong to me

There’s a river on my skin
There’s a dragon in the dark
Nothing scares me more
Than the silence of your heart

If you wanna hold me
If you wanna know me again
If you wanna love me
Than take me home
I’ve been at the bottom
The deep end of the ocean
Barely surviving by the dark side of her street
Tell her you belong to me

She’ll never kiss you
The way that I miss you
What kind of lies does she tell you
Inside of the dark

She’ll never win
‘Cause I’m not giving in
You are my man
You belong to me

If you wanna hold me
If you wanna know me again
If you wanna love me
Just take me home
I’ve been at the bottom
The deep end of the ocean
Barely surviving by the dark side of her street
Tell her you belong to me

She’ll never win
I’m not giving in
No matter how long
I still be hanging on
Yeah, this kind of love
I’m not giving up
So tell her, tell her
Tell her you were fooling

Yeah
If you wanna hold me
If you wanna know me again
If you wanna love me
Just take me home
I’ve been at the bottom
The deep end of the, the ocean
Barely surviving by the dark side of her street
Tell her you belong to me
Tell her you belong to me
You belong to me
To me

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P.S. 28

Todo mundo merece nada menos do que a verdade.

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Eu, peregrino

Só temos o agora,
Deixa a ansiedade lá fora,
Deixa vir o destino.

Quiçá ele é nosso?
E é justamente por isso
Que eu não procrastino.

Ainda que só por hoje,
Teu ventre é o cálice
Para onde eu peregrino.

Na pior das hipóteses,
Memórias, histórias,
Desvairado desatino.

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P.S. 27

Quando a sua cegueira passar, vai haver quem diga que você ficou cego.

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De centavo em centavo…

Para cada 10 centavos de afeto que dava
Guardava 1 centavo para si
Até que um dia se deu conta –
Pediu as contas –
E disse:
– Meu Deus! Como sou rico!

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Euforia

Entre as bolhas que murmuram
Na taça de espumante,
Vejo completamente nua
A minha alma e a tua.

Lembro-me do correr dos hojes:
Dos momentos,
Das conversas,
Do sol,
Dos ventos,
Dos aceites,
Das entregas…

No silêncio,
Ouço as bolhas do espumante
Mais ainda murmurantes,
Explodindo em meus ouvidos,
Chamando-me para aceitar o sentido
De tudo que vem acontecendo.

E agora,
Diante da taça vazia,
Aninho-me a teu corpo
E deixo-me ir
Para o amanhã,
Onde lutaremos pelo pão –
E por tudo mais que nos for
Essencial, verdadeiro e necessário –
De cada dia.

E desta vez, que nem tudo se exploda,
Só do espumante as infinitas bolhas:
Bolhas de alegria, alegria!
Posto que tu és revigorante euforia.

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Vim trazer verdades 44

A vida nem sempre vai seguir de acordo com o que você espera, e muito menos acontecer de maneira linear. Você vai dormir com algumas certezas, e no dia seguinte, aparentemente do nada, tudo muda.

É o emprego de anos que se perde. É a pessoa amada que se vai. É o amigo que se mostra ingrato. As possibilidades são muitas.

E aí, bate aquele desespero. A gente pensa que Deus não existe, pergunta o que fez para merecer aquela situação, se desespera, lamenta, chora… E isso é normal. Somos humanos. É comum o estranhamento quando alguma mudança importante está ocorrendo em nossas vidas. Viva essa perda, essa espécie de luto se for o caso, mas não fique nessa por muito tempo. Não mesmo.

Uma das coisas que aprendi é que o que tem que ficar, fica, e o que tem que ir, vai. Não há muito que possa ser feito a respeito disso. Trabalhar feito um louco pode não livra-lo da demissão. Amar e ser fiel não necessariamente vai manter a seu lado a pessoa amada. Ajudar seu amigo em um momento difícil não é garantia de reconhecimento de uma amizade verdadeira.

Mas nada acontece por acaso. O tempo é o senhor de nossas vidas. Há planos para nós que nossa visão imediatista e limitada ignora. Para que o novo chegue, é preciso que o antigo se vá. É preciso abandonar o passado para abraçar o futuro.

Então, toda vez que parecer que você fez tudo que era possível para que algo funcionasse e ainda assim não deu certo, relaxe. Aceite. Agradeça. Lá na frente, com o passar do tempo, você vai entender tudo com uma clareza absurda e será capaz de dizer “Ainda bem que tudo isso me aconteceu!”

Seja lá porque motivo for, nunca perca a sua fé. O melhor ainda está por vi.

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Destemido

Nada a temer

Por nada esperar.

Deixou morrer a esperança,

E deste dia em diante,

Fulgiu e chamejou

A própria vida.

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Ghosting – a covardia sem limites

Antes de mais nada, é importante entender o que é “ghosting”.

Ghosting é um termo usado para designar o término repentino de um relacionamento sem deixar explicações. Este termo vem do inglês, e é derivado da palavra ghost, que significa fantasma em português. O praticante de ghosting some misteriosamente como se fosse um fantasma.” – Fonte: Wikipedia

E por que alguém agiria assim? Há algumas possibilidades.

– Covardia: a pessoa quer curtir a parte boa do relacionamento e na hora que deseja ir embora, por qualquer motivo que seja, não quer encarar o outro ou mesmo dar qualquer tipo de explicação. Isso é cruel e desumano, e demonstra com clareza que a pessoa não possui nenhum tipo de responsabilidade afetiva. Ninguém é obrigado a ficar com ninguém, mas quem fica precisa de um fechamento para viver o seu luto e seguir em frente. Facilita muito a vida de quem precisa seguir sem a companhia de quem se foi.

– Manipulação: há o “ghosting” temporário, também conhecido como tratamento de silêncio. Uma ferramenta de manipulação antiga e muito eficaz. Via de regra, é utilizada para punir alguém que não se comportou de acordo com o esperado. Note que o conceito de esperado nesse caso não passa por certo ou errado. É punição para quem ousou questionar ou se opor ao manipulador. É uma maneira imatura ou perversa de dizer que não está satisfeito com algo. Isso é feito na esperança de que a parte afetada venha pedir desculpas, na grande maioria das vezes, por coisas que nunca fez. Portanto, também é uma ferramenta de controle, de adestramento.

Dito isso, fica claro que os praticantes do “ghosting” são no mínimo imaturos e no extremo manipuladores perversos.

Você não tem que lidar com o “ghosting”. Não é saudável. Não é normal. Basta levantar a cabeça e seguir adiante. Está precisando de um fechamento para poder viver o seu luto? Crie um! Não perca seu tempo com quem não merece. Sua saúde mental agradece.

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Plini – Electric Sunrise e Selenium Forest

Steve Vai o descreveu como “o excepcional futuro da guitarra”. É preciso dizer mais alguma coisa?

E dizem que a guitarra está morrendo! Dá até vontade de rir!