Havia tantas histórias, Tantas memórias, E tudo o que eu mais tentava esquecer Era justamente tudo que me fazia lembrar.
Aprendi que tentar esquecer É o mesmo que reconhecer Que algo é inesquecível.
Desisti.
Vez ou outra, As lembranças ainda me chegam Feito ondas do mar, Que me molham da cabeça aos pés. Vejo-me em mergulhos profundos no que já fui, Mas que a vida disse para eu não mais ser.
Talvez um dia o mar seque. Talvez um dia tudo seque. Já lamentei tudo isso, Mas talvez tenha que ser assim: Um deserto de sal, Com toneladas e toneladas de sal despejadas Por mãos que nunca pertenceram a mim.
Estou completamente apaixonado por esta música. Rock com swing. Dá para colocar em uma festa e ainda assim ver as pessoas dançando. 🥰
Ritchie Blackmore nas guitarras (ex Deep Purple) e Joe Lynn Turner nos vocais (ex Malmsteen e Deep Purple, mas em uma fase posterior à saída do Blackmore): não tem como isso dar errado!
P.S.: Dio, deus incontestável do universo metal, gravou nada mais, nada menos que 4 álbuns com o Rainbow. E sim, ele foi também vocalista do Black Sabbath, e quando ele faleceu (2010), fui para a porta do hospital para chorar a morte dele. Parecia que alguém da minha família tinha morrido (e de fato tinha). Falar do Dio me emociona até hoje. Vai me emocionar para sempre.
Obra prima! Mais uma vez, uma banda de rock mostrando uma sensibilidade absurda.
Hand on heart, head in hands The light is fading now, it cannot pierce the darkness Nothing left to build upon Except the mounting fear that none of this was worth it
Hand on pen, pen to page Focus though I may, my words have failed Emptiness consuming me The shadows of my broken hope play in the dying night
Tears in eyes, eyes wide open Staring at the glass The face I see knows everything -Words I’ve written -Letters never sent