Vamos falar de funk? Não basta o cara ser talentoso nível Michael Jackson (não estou exagerando). Ele precisa chamar o Steve Vai para fechar a música com chave de ouro fazendo coisas que só o Steve Vai sabe fazer.
Anotem esse nome: Jonah Nilsson. Veio para ficar. É para aplaudir de pé!
A maioria das pessoas pensam que o perdão é algo que beneficia o agressor ou o algoz. E talvez beneficie mesmo, mas…
Como seria a sua vida sem perdoar o outro? Como ficaria o seu coração carregando uma espécie de mix de ódio e vingança? O quão pesada seria a sua vida se tivesse que carregar tudo isto para sempre?
Quando você perdoa, independentemente da sua religião, o que você está dizendo para o outro é o seguinte:
“Sabe aquela coisa suja que você quis deixar em minha vida? Sabe aquela necessidade que você tinha de me deixar para baixo? Lembra das fofocas e das mentiras? Eu não sou nada disso! Tudo isso não é meu e faço questão de devolver. Você está perdoado! Se não quiser ficar com estas coisas, jogue-as fora. Comigo é que não vão ficar.”
Perdoar é o detox da alma e contraria muitas vezes os interesses de quem fez você ficar mal. Vai que a pessoa sente prazer em ver você triste? Sim, isto existe!
Pense nisso. Não deixar o seu ofensor ou adversário dominar a sua vida ainda que à distância. E mais… Como você pode esperar que flores surjam dentro do seu coração quando ele ainda está repleto de lixo que sequer é seu?
Bônus: o perdão, ainda que não seja esta a sua intenção, pode ser encarado pelo outro como um golpe fatal de vingança. Afinal de contas, o perdão também é uma forma de dizer adeus.
Resolvi chamar de amor o que era pura dor E que minhas poesias inspirava.
Talvez mais algumas palavras Mais estrofes, mais versos Mais telefonemas e mensagens Mais angústia Mais lágrimas Mais humilhações Mais descaso Mais falta de respeito Mais indignidade.
Resolvi chamar isso de amor E hoje entendo o porquê: Falta de amor próprio Responsabilidade minha E de mais ninguém.
Faltou-me coragem Para deixar ir embora de vez A dor que não me deixava.
E no final das contas “Amar é quase uma dor” Apenas quando não é amor: É apenas dor romantizada.
O amor de fato é flor E como toda flor Faz valer a jornada.
Que meu orgulho nunca faça-me esquecer dos meus próprios pecados, uma vez que os pecados e as vidas dos outros não me dizem respeito. E que assim seja.
Música debochada e revoltada falando das gravadoras em geral, que de fato sempre exploraram os músicos. Spotify e afins não são obra do acaso. Aliás, só não surgiram antes por conta do Metallica (e esse é um dos motivos de eu não gostar da banda – é só procurar no Google por Napster).
Há uma pequena diferença na letra da música original para a versão do YouTube. Na música original, “fuck that”. Na música do YouTube, “something”. Prefiro a versão original! 🤣🤣🤣
No dia 10/01/2023, perdemos o guitarrista Jeff Beck, aos 78 anos de idade, vítima de uma meningite bacteriana.
Talvez seja tarde demais para falar dele e do quanto ele influenciou milhões de guitarristas mundo afora, mas é que eu não espero que meus ídolos morram. São todos imortais na minha cabeça. Uma ilusão? Não. Suas obras são eternas. Minha admiração também. E isso faz deles imortais.
Abaixo, uma música que me faz lembrar da grandeza e da sensibilidade deste artista. RIP, Jeff Back. Você nunca será esquecido.