Talvez seja a hora
De dar um tempo
(definitivo)
Das redes sociais
Das vitrines sociais
E ver apenas o que chega até mim
Não mais através de telas
Mas através dos meus próprios olhos
Estes sim, definitivos.
Talvez seja a hora
De dar um tempo
(definitivo)
Das redes sociais
Das vitrines sociais
E ver apenas o que chega até mim
Não mais através de telas
Mas através dos meus próprios olhos
Estes sim, definitivos.
Antes de ser Noi, era um prédio onde moravam a minha madrinha, meu padrinho e meus primos. Já era solo sagrado para mim, e quis a vida que, mesmo após a demolição do imóvel antigo, a vida aqui, na Rua Miguel de Frias 106, florescesse novamente.
O Noi Miguel de Frias não é apenas “uma casa de cervejas artesanais” com “uma gastronomia variada e de qualidade inconfundível”. É anexo da minha casa. É solo sagrado. É parte de mim.
É um lugar de encontros, de desencontros, de despedidas, de reencontros. De partidas e chegadas. De sorrisos e de lágrimas. De braços abertos, de confissões. De beijos e de abraços. De amor, de desejo, de paixão. De milhares de memórias e histórias que não caberiam em uma postagem do Instagram. Talvez em um livro. Talvez em dois.
Hoje, tento retribuir através das minhas lentes e das minhas palavras, o tanto que este local mágico e repito, sagrado, foi e é importante na minha vida e na vida das pessoas que eu amo.
É óbvio que um lugar físico por si só é apenas mais um lugar. A boa cerveja, os bons drinks (atenção especial para o gin Ion, produzido pela Noi), bem como a comida saborosa e farta, só fazem sentido diante de uma equipe que trabalha incansavelmente para atender seus clientes de forma impecável. Meu muito obrigado a todos. Todos mesmo. Aos que me recebem na entrada, aos que anotam e trazem os meus pedidos, aos que mantém o local sempre limpo e asseado, a todas as pessoas que trabalham no bar e na cozinha, aos maîtres… Enfim.
Obrigado, Noi Miguel de Frias! Sim, isso é uma declaração de amor. Sempre que eu puder estarei por aqui.
E para quem, como eu, que busca a perfeição nos detalhes, o amargor de uma Italian Pilsener clássica ou mesmo a precisão do corte de um sashimi, se tornam inevitável e inadiável porto seguro.




























Ao lado de teus algozes,
És nada além de um condenado.
Ao lado dos que te amam,
És o elixir da felicidade.

Bem sabes
Que meus versos são teus
Assim como sabes
Que teus desejos são meus.
As palavras –
E nem só as palavras –
Jorram aos borbotões.
Poemas eu escrevo
Quando tu me afogas
Em teus desejos:
És-me pura fascinação.

Impressionante passar por um lugar todos os dias e todos os dias descobrir novos ângulos. É como se por detrás dos olhos da câmera, até o estático entrasse em movimento. É tudo vivo, colorido e pulsante. Falta-me vocabulário para descrever o privilégio de chamar tudo isso de “meu quintal”. ❤️
















Algumas coisas não são
Até porque seriam
Se tivessem que ter sido.
E isso basta:
É resposta
É verdade
É.

Sempre gostei de fotografia, mas fiquei um tempo longe, usando apenas o telefone celular. Final de semana passado, resolvi mudar um pouco a coisa. Eis o resultado.




E aí? As fotografias foram todas capturadas no formato RAW com pós produção no Adobe Lightroom.
Gostei do resultado, mas confesso que ainda sinto que peco na composição. Quero compor cenas melhores, digamos assim.
A foto abaixo tem mais cara de fotografia pelo menos semi profissional.

Claro que a vibe das fotos é diferente, mas enfim… Um dia, quem sabe eu chego lá? 🙂
Querem escolher o que ouço.
Querem escolher o que falo.
Querem escolher para onde vou.
Querem escolher de onde eu vim.
Querem escolher quem devo amar.
Querem escolher quem devo odiar.
Grato, ofereci um boleto:
Ninguém quis.

Deixarei as portas e as janelas abertas
Para teu amor adentrar se assim desejar.
Deixarei as portas e as janelas abertas
Para teu amor partir se assim desejar.
Mas sobretudo deixarei as portas e as janelas abertas
Para teu amor permanecer se assim desejar.
Porque amor só é amor assim:
Liberdade de ir e vir,
Liberdade para ficar.
