De bobeira, andando na Praia de Icaraí, e surge uma procissão de motos. Saquei a máquina o mais rápido que pude e eis os resultados.
A foto 4 está um pouco desfocada, mas foi o que deu para fazer no maior estilo “point and shoot”.
E por ele ser o Padroeiro dos Pescadores e haver um mercado de peixes chamado Mercado São Pedro em Niterói, serei obrigado a comer peixe e tomar cerveja. 😂🤣🫠
Ontem, quando eu estava saindo do Noi, vieram me chamar para me mostrar que a homenagem que eu tinha feito para eles foi impressa e colada em uma das paredes do restaurante, mais precisamente perto da cozinha.
Na hora, eu agradeci muito. Não esperava.
Foi feito de coração, é fato, mas eu não tinha ideia do quanto isso seria importante para as pessoas que trabalham no Noi. E, curiosamente, esse reconhecimento foi apresentado aos funcionários pelo dono da empresa (Cervejaria Noi) como uma forma de mostrar que a atitude de cada membro da equipe não passa despercebida pelos clientes.
E isso reforçou uma crença que eu tenho: é sempre importante elogiar quando possível.
Não elogios vazios ou forçados, mas palavras sinceras de apoio e reconhecimento quando alguém está fazendo um trabalho realmente especial.
As pessoas precisam disso.
E a sensação de fazer alguém sorrir — ou de motivar alguém — é algo incrível.
Sem palavras… Cada fotografia, uma eternidade. Nunca tinha fotografado animais em movimento, ainda mais em uma competição com som, pouco espaço físico, estresse…
Enfim… Fotos da minha galera e do evento no Parque Rural de Niterói. Curti demais! As fotos estão todas cruas, sem nenhum tipo de pós produção. Ficaram lindas!
P.S.: Difícil fotografar os cavalos em movimento e não pelos motivos mais óbvios. Como eu não era fotógrafo do evento, tinha que me virar e fotografar juntos com pais e mães emocionados. Não podia entrar na pista de hipismo.
P.S.: Obrigado, Deus, também por mais isso!!! Agora, mereço uma (dúzia) de cervejas. 🙂
Antes de ser Noi, era um prédio onde moravam a minha madrinha, meu padrinho e meus primos. Já era solo sagrado para mim, e quis a vida que, mesmo após a demolição do imóvel antigo, a vida aqui, na Rua Miguel de Frias 106, florescesse novamente.
O Noi Miguel de Frias não é apenas “uma casa de cervejas artesanais” com “uma gastronomia variada e de qualidade inconfundível”. É anexo da minha casa. É solo sagrado. É parte de mim.
É um lugar de encontros, de desencontros, de despedidas, de reencontros. De partidas e chegadas. De sorrisos e de lágrimas. De braços abertos, de confissões. De beijos e de abraços. De amor, de desejo, de paixão. De milhares de memórias e histórias que não caberiam em uma postagem do Instagram. Talvez em um livro. Talvez em dois.
Hoje, tento retribuir através das minhas lentes e das minhas palavras, o tanto que este local mágico e repito, sagrado, foi e é importante na minha vida e na vida das pessoas que eu amo.
É óbvio que um lugar físico por si só é apenas mais um lugar. A boa cerveja, os bons drinks (atenção especial para o gin Ion, produzido pela Noi), bem como a comida saborosa e farta, só fazem sentido diante de uma equipe que trabalha incansavelmente para atender seus clientes de forma impecável. Meu muito obrigado a todos. Todos mesmo. Aos que me recebem na entrada, aos que anotam e trazem os meus pedidos, aos que mantém o local sempre limpo e asseado, a todas as pessoas que trabalham no bar e na cozinha, aos maîtres… Enfim.
Obrigado, Noi Miguel de Frias! Sim, isso é uma declaração de amor. Sempre que eu puder estarei por aqui.
E para quem, como eu, que busca a perfeição nos detalhes, o amargor de uma Italian Pilsener clássica ou mesmo a precisão do corte de um sashimi, se tornam inevitável e inadiável porto seguro.
A beleza desta praia é estonteante. E ela está aqui, todos os dias, há poucos passos da minha casa. Serve-me de abrigo, de refúgio. Tão perto que muitas vezes passa despercebida. Tão perto que eu a tomo como certa para sempre. Eu tenho certeza, entretanto, que se eu me mudasse ou mesmo se a praia daqui sumisse, eu sentiria muito, muito mesmo, justamente por eu ter a certeza de que ela está sempre a minha disposiçao, sem que eu faça o mínimo de esforço. Perder o que achamos impossível de perder é uma das maiores dores que existem.
Estou dormindo ao lado dele durante o Carnaval. Percebem que um morto pode facilmente puxar a cortininha e mostrar o rosto do nada? Certeza que há cadáveres ali!!!!!!
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