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Obrigado por ter despedaçado o meu coração – Fábio Teruel

Está com o coração doendo? Veja esse vídeo.

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Dias à frente

Dias lentos, vagarosos

Dias vividos, sentidos

Dias com sentido

Dias cheios de alento.

Dias em que o vento –

Sempre atento ao tempo –

Sussurra em meus ouvidos

Palavras maravilhosas:

“Não há mais perigo

Agora, é contigo

Siga em frente.”

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Felicidade é uma escolha

Imagine-se em um salão cheio de portas. Algumas abertas e outras fechadas. As fechadas você tenta abrir e não consegue. Estão trancadas. As abertas, cada uma delas leva a um lugar ou a uma situação diferente da sua vida. Levam a seu passado.

Sem saber o que fazer, você olha na parede do salão e percebe que há algumas instruções em um quadro:

“As portas abertas são o seu passado. Não a totalidade do seu passado, mas assuntos que ficaram pendentes na sua vida, muito embora você tenha feito todo o esforço possível para resolvê-los.

As portas fechadas são o seu futuro e novas realidades que o universo está disposto a lhe oferecer.

Observação: é preciso fechar as portas do passado para que as portas do futuro se abram. Não há uma relação direta entre a quantidade de portas fechadas no passado com as que se abrirão no futuro.”

Você se senta no meio do salão, sem saber o que fazer. Revisita as portas abertas. Há uma mistura de apego com saudade em algumas portas. Em outras, pura frustração.

Decide, então, começar por estas. Lembra-se de situações frustrantes, da sua responsabilidade sobre elas e das variáveis que não podia controlar. Tira destas situações lições, e vai fechando as suas respectivas portas, uma a uma. Você nota, inclusive, que uma porta aberta, depois de fechada, não pode ser mais aberta.

Ainda sem entender muito bem o que está acontecendo, você tenta abrir as portas do futuro. Nenhuma delas se abriu. Desconfiado, você volta até o quadro com as instruções e as relê, percebendo que está seguindo a risca o processo.

As portas que misturam apego e saudade são mais difíceis de serem fechadas. Por mais que você as olhe, sente-se impotente e pensa:

“Nossa… Há tantas coisas boas ali naquelas portas… Não sei se consigo fecha-las. Nesta aqui, por exemplo. Amei tanto… Fui tão feliz… Mas ao mesmo tempo, nada de bom acontece nesta porta há muito tempo. O que me faz mante-la aberta é a pena de que não tenha dado tudo certo como eu planejei e o medo de que nada parecido volte a acontecer comigo.”

E assim você se sente diante de todos as portas do passado que permanecem abertas. Tenta abrir as portas do futuro, até para ver se alguma das portas poderia substituir alguma do passado, mas as portas continuam trancadas.

Você volta ao quadro para reler novamente as instruções, mas percebe que elas mudaram. No quadro está apenas uma frase:

“Tenha fé no futuro.”

Sem saber o que fazer, você para diante de cada uma das portas abertas do seu passado e começa a fecha-las. Não todas. As mais fáceis, talvez. Sente um aperto no peito e lágrimas escorrem pelo seu rosto enquanto faz isso. Instintivamente, você tenta reabrir algumas delas, mas elas não se abrem mais. Estão trancadas.

Você sente um misto de desespero, desconfiança, e se sente um idiota por ter confiado em um quadro que muda aleatoriamente o texto que nele está escrito. Sua alma enche-se de medo. Seu coração dispara. Você sente-se enganado.

E depois de passar um longo período refletindo sobre o seu passado, uma semente de uma planta chamada “não tenho nada a perder” começa a brotar dentro do seu coração. E você volta diante das portas que ainda permanecem abertas e vai fechando-as uma a uma, até que se dá conta de que fechou todas.

Tenta abrir, então, as portas do futuro, mas elas permanecem fechadas. Revoltado, você volta até o quadro que agora diz apenas:

“O futuro é seu.”

E você ouve o barulho de muitas portas se destrancando. Todas as portas, tanto as do passado como as do futuro. Não pensa em reabrir as do passado, entretanto. Você já sabe o que há dentro delas. Tenta, então, abrir a primeira porta do futuro e adentra em uma sala cheia de outras portas, que por sua vez, conduzem à tantas outras portas. Nada muito interessante, e você resolve voltar para o salão.

Curioso, você vai abrindo todas as portas do futuro, uma a uma, e em cada uma delas há algo que você sempre desejou ou sempre quis. Algo que voce sempre achou essencial para a sua felicidade. Em uma delas, por exemplo, estava o parecia ser o emprego dos seus sonhos. Em outra, o possível amor da sua vida. Cada porta continha um aspecto importante e não menos relevante na sua totalidade, ao ponto de você não saber qual delas escolher.

Intrigado, você resolve voltar até a primeira porta que abriu. Afinal de contas, por que somente ela parecia não levar lugar algum? E para a sua surpresa, na porta estava escrito FELICIDADE. Você abre a porta e entra para ver se algo mudou, e se depara com o mesmo mundo em que vivia antes, mas com a certeza de que já não carrega dentro de si o peso e as dores do passado. O passado agora permanece dentro de você como memórias e histórias, que não mais doem ou assustam. E você olha para trás e se dá conta de que já não há mais porta alguma. Não há para onde voltar. E em um outdoor todo iluminado, bem a sua frente, um texto que você já conhecia:

“O futuro é seu.”

E então você começa a entender tudo e fala para si mesmo:

“O mundo não mudou, mas eu mudei. Estou pronto para o futuro. O futuro é meu.”

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Bom dia!!! :)

Bom dia!!! 🙂

É só isso (tudo) mesmo. 🙂🙂🙂

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As saudades me fazem viver

Uma das coisas que descobri é que algumas pessoas seguem comigo mesmo que já tenham ido para o céu ou estejam longe fisicamente. E elas mostram sua presença do nada, em situações cotidianas e corriqueiras.

Comer aquele queijo, andar naquela praia, ir naquele parque, tomar aquele café, trocar aquele sorriso, realizar aquele sonho que seu irmão nunca teve a chance de viver, e assim descobrir que fica sempre um pouco do outro dentro de mim, e que sempre fica dentro do mim um pouco do outro, independente da minha vontade.

Quando eu era mais novo, escrevi um “livro” (eram páginas de uma impressora devidamente encadernadas). Dediquei este “livro” a meu irmão, que foi para o céu com apenas 8 anos de idade, com os seguintes dizeres:

“Tempo e distância são nada entre nós.”

Continuam não sendo. Nunca serão.

De vez em quando, eu fico triste. Não estou falando do meu irmão especificamente, mas porque me parece que envelhecer é acumular saudades. E toda a vez que eu sinto qualquer tipo de saudade, eu acredito mais ainda em Deus. A saudade me faz acreditar na vida eterna, no paraíso, e me faz acreditar que, algum dia, de alguma forma, eu vou voltar a sentir e a ter bem perto de mim aqueles que deixaram partes da minha vida congeladas quando se foram ou se afastaram.

E ainda assim, eu quero viver todas as minhas saudades. Delas não me desapego, porque a saudade me faz lembrar nos meus piores dias que em outros tantos eu fui muito, muito feliz. E que assim será até o fim dos meus dias. Sem nenhuma saudade – e são muitas, muitas – eu teria certeza de que eu nunca soube o que é viver.

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Vim trazer verdades 51

Após o fim de um relacionamento, ficam as coisas ruins e tristes que impedem a reconciliação, e também as coisas boas que de alguma forma parecem impossíveis de serem vividas novamente.

As coisas ruins e tristes são processadas e esquecidas com o tempo. Já as coisas boas… Com o tempo, são guardadas na lista de boas memórias, com muito carinho, para que a vida siga em frente.

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À mercê do mar

Diga-me, mar,
O que fazer
Com estas ondas de felicidade que me banham,
Que não sei se são pura ressaca
Ou se é assim que agora hão de ser.

Diga-me, mar,
Se do amor já é chegado o tempo,
Para em tuas águas recomeçar
Rumo ao destino por mim desejado,
A mercê do poder e da força dos teus ventos.

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Na estrada

Estou seguindo nesta estrada

Retas e curvas

Não deixo escapar nada

E o melhor de tudo

É que estou de carona –

Dia e noite, na madrugada –

E ainda assim me dirigindo

Por esta jornada

Que nunca se repete

E que nunca, nunca

Se acaba.

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Vim trazer verdades 50

Enquanto você não se afastar do que não te serve, o que te serve não tem como se aproximar. Leia de novo. Mais uma vez. Entendeu?

Liberte-se! Aceite as coisas e as pessoas como elas são e que você não consegue mudar ninguém a não ser a si mesma. Vá ser feliz! Sim, ser feliz é uma escolha que depende principalmente de você.

Exemplo prático:

“Quero encontrar o amor da minha vida!”, mas está em um “relacionamento” (entre aspas mesmo) 100% focada em alguém que não está nem aí para você, vivendo basicamente de migalhas. Como alguém que esteja de fato interessado em você vai se aproximar?

Se olhe no espelho. Respire fundo. Sinta-se. Ja reparou o quanto você está estressada por conta desse “relacionamento” (entre aspas novamente)? Como é que alguém vai ver o teu brilho se você está apagada em todas as outras direções que não a do “relacionamento” (mais aspas, infinitas aspas). Esquece! Já deu!

Não reclame daquilo que você permite e que já virou até um costume perverso contra si mesma. Tire as aspas da sua vida!