Ninguém jamais perdeu algo na vida por ser honesto, sincero, verdadeiro, grato, compreensivo, carinhoso, amoroso, bondoso, cuidadoso e, acima de tudo, gentil.
Muitas pessoas alegam que perderam tempo sendo assim com pessoas que não mereciam, mas eu pergunto: qual é o mérito de ser somente assim com quem também é assim com você?
A vida é uma escola e somos eternos alunos. Cada vez que somos gentis, por exemplo, mais gentis nos tornamos. Praticar o bem nos torna melhores do que já somos. Sempre.
O mundo dos outros pode não espelhar aquilo que somos ou fazemos, mas o universo… Este sim é o nosso grande espelho, e dele receberemos exatamente tudo aquilo que nele projetamos.
Nunca se decepcione. Mais a frente, a vida mostrará de forma inequívoca que tudo sempre valeu a pena. Viver vale a pena. Ser de verdade vale a pena. Sempre. 🙂
Eu conheci o Kiss em 1982, quando a banda tocou no Maracanã. Eu vi o show apenas na TV. Queria ir, ainda que com apenas 10 anos de idade. Acabei realizando meu desejo em 2010 e foi absolutamente incrível, exatamente como eu esperava que fosse.
Talvez a música mais conhecida do disco seja “I Love It Loud” (tenho certeza que todos conhecem). Entretanto, a música que nunca saiu da minha cabeça foi “I Still Love You”. O poder da voz do Paul Stanley nessa música é absolutamente surreal! É possivel sentir o sofrimento dele. Acho a letra linda e para ficar tudo melhor ainda, a banda fez do arranjo algo impecável.
Senhoras e Senhores, eis a música.
You tell me that you’re leaving And I’m trying to understand I had myself believing I could take it like a man But if you gotta go, then you gotta know That it’s killing me And all the things I never seem to show I gotta make you see
Girl it’s been so long, now tell me Tell me how could it be One of us knows the two of us don’t belong In each others company
It hurts so much inside, your telling me goodbye You want to be free And knowin’ that you’re gone and leavin’ me behind I gotta make you see, gotta make you see I gotta make you see
That I still love you, I love you I really, I really love you, I still love you
Now people tell me I should win at any cost But now I see as the smoke clears away The battle has been lost, lost
I see it in your eyes, you never have to lie I’m out of your life Tonight I’ll dream away and you could still be mine But I’m dreamin’ a lie, dreamin’ a lie Makes me want to die
Cause I still love you, I love you Baby, baby, I love you, I still love you
And when I think of all the things you’ll never know There’s so much left to say Cause girl, I see the price of losing you Will be my hell to pay My hell to pay, each and every day Hear what I say
I still, I still love, I still love you, I love you Baby, baby, baby, baby, I love, I love you, I love you I really love you
Se não sentires vontade de falar comigo quando Morfeu te devolve ao mundo ou mesmo quando ele se prepara para novamente receber-te, vai-te embora.
Se as músicas que ouvimos tantas e tantas vezes juntos não te remetem aos inúmeros pequenos e grandes momentos que vivemos juntos, vai-te embora.
Se a calor do sol que esquenta a tua pele não fizer com que te lembres de todas as loucuras que já vivemos na cama (e em outros lugares também), vai-te embora.
Se os aromas e gostos que tanto nos diziam não forem capazes de fazer com sintas frio na barriga ou arrepios na pele, vai-te embora.
Se eu não estiver na lista daqueles que surgem na tua mente quando estás com um problema ou simplesmente porque precisas desabafar, vai-te embora.
Talvez eu implore para que fiques. Vai me doer, vai me fazer sangrar, mas insisto: vai-te embora.
Porque há muito mais no mundo esperando por mim. Eu sei que há, pois já passei por isso antes. Talvez passe por isso novamente. Eu não sei. Só vai-te embora, porque é chegada a minha hora e a nossa hora morreu de inanição.
Mas acima de tudo, vai-te embora, porque não preciso da tua pena. Não preciso da tua misericórdia. Não preciso da tua caridade, porque sei que ainda que eu caia, jamais ficarei no chão. A verdade não é capaz de me matar. Nunca será.
E se assim for, vai-te embora, porque a tua presença impede o milagre do porvir e de tudo que preciso para viver e me sentir vivo.
Eu quero tudo e quero muito. E quero agora, porque eu vivo e sou o agora.
E agora, vai-te embora. Sem demora. Há pressa diante do que a vida ainda tem para mim.
No geral, todos dizem que você deve “pensar fora da caixa”. Experimente fazer isso. Em menos de 5 minutos, vão tentar te colocar de volta na caixa na base da porrada se necessário for.
Conclusão: você pode e deve pensar fora da sua caixa desde que seja na caixa do mainstream ou do senso comum.